A mulher recebeu condenação de quatro anos e 11 meses por furtar milhares de páginas de um processo da Globopar, empresa controladora da TV Globo. No documento, a emissora é acusada de simular operações para fugir do pagamento de impostos na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002. Em nota, a Globo disse que não foi beneficiada pelo furto.
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