Por Daniel Yahir
A expectativa em torno da estreia de Sabrina Sato como apresentadora era grande. Contratada a peso de ouro mas sem um formato definido, muitos críticos duvidaram que sairia boa coisa dali. No entanto, considero que o primeiro programa surpreendeu. Pelo cenário? Não. Pelos games? Muito menos. Pela plástica da Anitta? Até poderia ser rsss…
Para mim o melhor momento da japa no comando da atração foi a entrevista realizada com Tom Cavalcante. Mesmo com um roteiro estabelecido, Sabrina soube ouvir. Ponderar. Perguntar na hora certa. Conduziu bem o bate papo, recebendo elogios do próprio Tom.
O cenário é muito bem planejado, é verdade. Já o game “Meu marido é o cara” é repetitivo, cansativo. Sério mesmo que a Record pagou pra ter esse formato? Rsss Algo bem próximo do que já vimos Sílvio Santos, Celso Portiolli e até Otávio Mesquita fazerem. Além de, em alguns momentos, o sotaque na apresentadora se tornar irritante ao gritar: “Vai Eduarrrrrdooo !!! ” ou “Corre Cléberrrrr, vai lá Cléberrrrr”.
Então, fica a dica para as próximas edições: mais conversa e menos games e gritaria, porrr favorrr Recóóórd !






