
Internada desde o dia 03 deste mês, Maríli Lourenço de Assis Domingues, de 49 anos, está desesperada na Santa Casa de Piracicaba. Ela aguarda uma cirurgia para colocar uma prótese que está demorando para ser realizada.
Segundo o filho dela, Tom Everton, Maríli caiu e quebrou dois punhos, o fêmur, a perna e teve que operar os dois braços, mas ela precisa ainda colocar uma placa. “Primeiro disseram que tinha o produto, mas na hora que foram ver não era compatível”, disse.
Na quarta-feira (20), a paciente foi avisada que a placa havia chegado e que ela seria operada. Ela fez o jejum por 24 horas, mas acabou sendo surpreendida com mais um adiamento.
No dia 10 deste mês, o PIRANOT noticiou um caso parecido. A operadora de caixa Fabiane de Aguiar Fulaneto, de 31 anos, esperou por 20 dias para colocar uma prótese no joelho e ter alta. Ela se acidentou quando estava indo ao trabalho no distrito de Santa Terezinha, no dia 24 do mês passado.
Diante deste novo caso, o portal de notícias procurou novamente a Secretaria de Saúde que informou que existe um protocolo para a compra das próteses e que o tempo para a aquisição de cada uma varia de acordo com a necessidade de cada paciente já que algumas precisam ser personalizadas.
Procuramos também a Santa Casa, porém não obtivemos retorno.






