
O delegado Gillis Squitini Scroc (foto), deu detalhes sobre as passagens criminais que teria o homem morto no Terminal Central de Piracicaba no último sábado (14). A informação consta em boletim de ocorrência também registrado pela Polícia Civil, porém a família e amigos dele negam e ameaçam processar o PIRANOT por veicular as declarações oficiais das autoridades da cidade, o que vai contra as leis que protegem e regulam o livre trabalho da imprensa e o direito da população ao acesso à informação.
Segundo a autoridade, a vítima, encontrada morta com cinco perfurações de faca na plataforma C7 por volta das 16h30, tem ao todo três passagens. “Nós fizemos o levantamento e ele tem duas em Piracicaba e uma em Charqueada. Todas no artigo 157, de roubo.”, disse.
O crime ainda é um mistério. A principio a informação recebida pela Guarda Civil era de suicídio, porém os machucados deixaram em dúvida o delegado e o perito da Polícia Civil.
Junto com o corpo foram apreendidas folhas de cheques, uma CNH, R$ 51 em espécie, uma passagem de volta de São Paulo e a faca causadora dos machucados.
O caso foi registrado como morte suspeita e encaminhado para a DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
Além do PIRANOT, outros sites de notícias, jornais, emissoras de rádio e televisão da cidade e da região também confirmaram e veicularam a informação das passagens criminais passada pela Polícia Civil e suas autoridades para a imprensa.