
Foi preso na última semana o padastro da jovem Laís Moura Guido, de 26 anos, encontrada morta em um terreno baldio de Piracicaba em outubro de 2015. Ele já havia sido preso anteriormente.
O homem, que não teve a identidade revelada, não tinha um bom relacionamento com a vítima e, dias após o crime, teria queimado o seu celular o que intrigou os investigadores.
Sete meses após o crime, em 05 de maio de 2016, o homem chegou a ser preso, mas foi liberado. A esposa dele, mãe de Laís, nunca acreditou que ele era o assassino.

O corpo da jovem foi encontrado parcialmente queimado no dia 17 de outubro de 2015 por um morador do bairro Sol Nascente em um matagal às margens da Avenida Rio das Pedras. Na época ela ficou desaparecida por quase dois dias depois de sair de casa para comemorar o aniversário. A causa da morte foi a inalação da fumaça que saia do seu próprio corpo, apontou o IML.
A bolsa de Laís foi encontrada no mesmo local com os documentos e o celular.
Ainda não há data para que o caso vá à julgamento.