O homem esfaqueado e morto pelo próprio irmão na noite deste domingo (22), em Piracicaba, já foi identificado. Trata-se de Claudinei Leandro de Araújo, de 43 anos. Segundo consta no Boletim de Ocorrência, Claudinei era natural de Campo Mourão (PR) e trabalhava como pedreiro. Ele residia na Rua Gilberto Diniz de Oliveira, no bairro Santa Rosa.
Crime
Assim que a PM compareceu ao local, já se deparou com a vítima caída na calçada, em óbito. A morte foi atestada pelo Dr Ricardo Fabião do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
A mãe de Claudinei Araújo contou aos policiais que houve uma discussão entre ele e o irmão. Assim, o irmão pegou uma faca de cozinha e saiu correndo atrás de Claudinei, conseguindo alcançá-lo na esquina da Rua Gilberto Diniz de Oliveira com a Rua Mário Crivelani. Os golpes atingiram Claudinei no tórax.
Após o crime, o irmão de Claudinei fugiu para um lugar desconhecido. Ele segue desaparecido.
Os policiais ainda informaram que a mãe de ambos estava muito abalada e não conseguiu comparecer ao Plantão Policial para prestar maiores esclarecimentos acerca do ocorrido. Compareceram na cena do crime a equipe do Plantão Policial, um policial civil da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), um perito, um fotógrafo e a Funerária.
Depoimentos de amigos e familiares
K.G.L., amiga da vítima
“Eu estava brincando com ele uma hora antes do incidente. Ele era super gente boa, muito trabalhador e não arrumava confusão.”
Francisco Reinaldo Fernandes, amigo
“Ele estava jogando baralho conosco antes de tudo acontecer. Ele subiu para a casa dele para pegar uma pinga para nós quando levou as facadas.”
José Carlos, irmão da vítima
“Eles já vinham brigando com frequência. Na hora do ocorrido eu não estava lá. Minha mãe me ligou e só aí eu fui até eles. Minha mãe perdeu dois filhos, estamos muito abalados com tudo o que houve”.
Velório e sepultamento
O corpo de Claudinei foi velado na tarde desta segunda-feira (23), na sala 01 do Cemitério da Vila Rezende, em Piracicaba. O enterro será às 17 horas, no mesmo cemitério, em jazigo da família.
Clique aqui para ler a opinião de Júnior Cardoso, diretor/fundador do PIRANOT/PORJUCA, sobre o ocorrido.








