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12 de setembro de 2018

Campanha de Vacinação Antirrábica começa neste sábado (15), em Piracicaba

vacinação contra a raiva em Piracicaba
Foto: Divulgação.

A Campanha de Vacinação Antirrábica começa neste sábado (15), em Piracicaba (SP). Em todo o município, serão nove sábados de imunização, com 162 postos distribuídos pela cidade. A campanha chega ao fim no dia 10 de novembro.

Campanha de Vacinação Antirrábica
Foto: Divulgação.

Neste ano, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Piracicaba tem como meta atender 29 mil animais. As equipes que estarão atuando durante toda a campanha é composta por profissionais qualificados e todo o material utilizado é descartável.

Quem deve receber a vacina?

Cachorros e gatos a partir dos 3 meses de idade já podem receber a vacina. De acordo com o veterinário Dr. Paulo Lara, coordenador da campanha, a vacinação é importante para prevenir a raiva. “A raiva é uma doença que mata e é transmitida a todos os mamíferos. Os morcegos são os animais que mais contribuem para a circulação e manutenção do vírus em toda a área urbana da cidade”, comenta ele.

Animais doentes, em tratamento ou debilitados deverão aguardar total recuperação e alta de seu respectivo veterinário. Animais gestantes e com crias devem esperar o desmame dos filhotes para receberem a vacina. Nesses casos, elas podem ser encaminhadas posteriormente ao CCZ – de segunda a sábado, das 08h às 16 horas. O CCZ funciona o ano todo como ponto fixo de vacinação.

Os cães devem ser conduzidos aos postos por adultos e presos com guias adequadas; para animais mais agressivos, o uso da focinheira é obrigatório. Já os gatos devem ser conduzidos ao CCZ em caixas de transporte.

Campanha de Vacinação Antirrábica

A Secretaria da Saúde pede que a população se mobilize em prol da campanha e leve seus animais para serem imunizados.

“Estamos fazendo tudo que está ao alcance do poder público para garantir uma cobertura efetiva no município contra a doença. Mas o desempenho da campanha requer o envolvimento das famílias. A possibilidade de contaminação dos animais domésticos a partir dos morcegos é um risco real e a doença pode, em cadeia, ser transmitida aos seus donos, o que torna o cenário muito mais grave à saúde pública”, explicou o Dr. Pedro Mello, secretário da pasta.

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