quinta-feira, março 5

Uma mulher de 42 anos foi agredida com cadeiradas pelo ex-companheiro no domingo, 02 de junho, em Piracicaba (SP). Embora o crime tenha ocorrido no começo deste mês, a Polícia Civil do município só foi notificada na noite desta quinta-feira (20).

DDM
Foto: Wagner Romano / Jornal PIRANOT

A vítima conta que vivia numa união estável com seu companheiro, mas que houve a separação em março deste ano. No dia 02 deste vigente mês, após um desentendimento com ele, a vítima foi agredida com uma cadeira de cozinha, o que provocou uma série de lesões em sua cabeça.

Depois do ataque, ele ainda a levou até a porta do Pronto Socorro da Vila Cristina e, em seguida, foi embora. A vítima foi atendida pela equipe médica do local e teve que passar por exames, recebendo suturas na cabeça.

A vítima foi à delegacia na noite desta quinta-feira e lavrou um Boletim de Ocorrência, visto que ainda teme por sua integridade física. Ela também foi cientificada do prazo decadencial de seis meses para representação, se optar em ver seu ex-companheiro processado na forma da lei.

O agressor tem 36 anos e trabalha como mestre de obras.

Patrulha Maria da Penha

A Patrulha Maria da Penha tem como objetivo reduzir as estatísticas de agressões na cidade, já que a Lei Maria da Penha defende as mulheres de qualquer forma de violência.

Perante a lei, é considerada violência contra a mulher qualquer ação ou omissão que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico e dano patrimonial. Sua finalidade é proteger as mulheres de agressão doméstica ou familiar que, por decisão judicial, possuem medidas protetivas que determinam que os agressores mantenham distância, não ultrapassando um limite mínimo de aproximação.

Em Piracicaba, é a Guarda Civil que fica incumbida do patrulhamento. A GCM tem à sua disposição uma equipe composta de uma coordenadora e oito guardas que trabalham em horários e dias alternados. O monitoramento é feito 24 horas ininterruptas, e, caso haja descumprimento de pena, o agressor é preso.

“Esses números apontam que a ação da Patrulha Maria da Penha tem auxiliado as mulheres piracicabanas vítimas da violência. Desde sua implantação, os trabalhos com as vítimas mostram que agora elas se sentem mais seguras para denunciar o agressor, podendo contar com o apoio não só da Patrulha, mas também da rede de atendimento no município. Com toda certeza, a Patrulha Maria da Penha é uma ferramenta importantíssima para mudar as estatísticas de violência contra a mulher em Piracicaba”, comenta Lucineide Maciel, comandante da Guarda Civil.

Presenciou episódios de violência contra as mulheres? Denuncie!

Denúncias de violência contra as mulheres podem ser feitas para a Guarda Civil (telefone 153);  no Plantão 24 horas;  na Central de Atendimento à Mulher em situação de Violência (telefone 180);  e principalmente na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), situada na Rua Alferes José Caetano nº 1018, centro de Piracicaba, através do telefone (19) 3433-5878.

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Rafael é formado em jornalismo (comunicação social) pela Universidade Mackenzie, em São Paulo. Possui experiência em redações e editoras literárias. Integra a equipe do Jornal PIRANOT desde dezembro de 2017.

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