sexta-feira, março 20
PUBLICIDADE

Às 10h30 desta segunda-feira (16), o presidente da Câmara de Vereadores de Piracicaba, Gilmar Rotta, seguido pelos vereadores José Longatto, André Bandeira e Pedro Kawai compareceram no gabinete do prefeito Barjas Negri para acompanhar a assinatura do contrato de serviços hospitalares junto ao HFC (Hospital dos Fornecedores de Cana) para o ano de 2020.

HFC Piracicaba
Foto: Junior Cardoso / PIRANOT

A Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, assina um contrato de prestação de serviços com o Hospital dos Fornecedores de Cana no valor de R$ 50.747.212,80 reais, que inclui procedimentos médicos de média e alta complexidade, além de internações, exames e ações estratégicas para garantia dos serviços. A contratualização entra em vigência em janeiro de 2020 e garante a continuidade dos atendimentos pelo hospital aos usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) ao longo do ano todo.

Dos R$ 50,7 milhões, R$ 21,6 milhões são para serviços de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar, enquanto que R$ 22,3 milhões correspondem a incentivo para a garantia da qualidade do atendimento (o destaque é que R$ 16,8 milhões da parte relativa a incentivo são recursos municipais e, o restante, do Governo Federal, no valor de R$ 5,5 milhões).

Além disso, a manutenção da contratualização garante à entidade a sua filantropia e, consequentemente, a isenção de uma série de tributos, como INSS patronal, PIS/Confins e outros.

“Mais uma vez a prefeitura renova o contrato com o HFC, um hospital de referência regional, estadual e federal, devido ao seu alto padrão de qualidade técnica e tecnológica, o que, consequentemente, eleva o padrão de atendimento do SUS em nossa cidade”, comentou Pedro Mello, secretário de Saúde.

Em números de procedimentos, na média complexidade, os principais procedimentos contratados para o ano todo são consultas gerais (68.400), exames laboratoriais (46.800), mamografia (4.380), ultrassonografia (2.040), hemoterapia (2.760), ecocardiografias (1.920), entre outros. Serão ainda 8.700 internações divididas em clínica cirúrgica, clínica médica, obstetrícia e pediatria. A chamada alta complexidade ambulatorial envolve os serviços de radioterapia (480), quimioterapia (6.840), tomografia (3.600) e ressonância (2.040). Já no Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC) estão procedimentos como hemodiálise (12.068) e cirurgia bariátrica (588).

/* Menu/header hard-fix */
.navigation .menu, .smart-head .navigation .menu { display:flex !important; flex-wrap:wrap !important; align-items:center !important; }
.navigation .menu > li, .smart-head .navigation .menu > li { float:none !important; display:block !important; }
.navigation .menu > li > a, .smart-head .navigation .menu > li > a { line-height:1.2 !important; white-space:nowrap !important; }

/* Images fallback visual */
.post-thumb .img.bg-cover, .listing .media .img.bg-cover, .grid-post .img.bg-cover { min-height: 180px !important; background-position:center center !important; background-size:cover !important; }

Share.

Rafael é formado em jornalismo (comunicação social) pela Universidade Mackenzie, em São Paulo. Possui experiência em redações e editoras literárias. Integra a equipe do Jornal PIRANOT desde dezembro de 2017.

Comments are closed.

Sair da versão mobile