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ENTRETENIMENTO
9 de julho de 2020 · 2 min de leitura

Sabrina Sato diz ter quebrado mais de 18 microfones quando participou do BBB

Sabrina Sato entrevistou Manu Gavassi no quadro ‘Cada um No Seu Banheiro’, no Instagram. Na conversa, as duas falaram sobre assuntos relacionados ao BBB, a apresentadora participou da edição de 2003, enquanto a cantora integrou o elenco deste ano.

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Foto de Sabrina Sato
Sabrina Sato – Reprodução

Questionada por Sabrina Sato sobre o que foi pior para ela enquanto estava no programa, Manu Gavassi inverteu os papéis e perguntou à apresentadora se ela se lembrava da sensação de estar confinada dentro da casa.

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“Então, é muito doido, porque como já faz 17 anos, parece que era outra vida. O que eu lembro é muito marcante. Eu lembro muito do microfone, toda hora ter que colocar o microfone, não pode esquecer daquele microfone… E você não sabe: pergunta, se tiver a oportunidade, para o Boninho quantos microfones eu quebrei lá dentro. Eu quebrei mais de 18”, revelou a apresentadora.

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Manu Gavassi se mostrou surpreendida com a situação. “Me chamaram de ‘terror do Boninho’, mas Sabrina Sato foi o terror do Boninho muito antes de mim”, brincou.

“Foi uma mudança de vida, tanto pessoal quanto profissional. Eu tinha medo de me expor e isso atrapalhar no meu trabalho”, explicou Manu Gavassi sobre seus receios em participar do BBB.

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“Assim que eu saí, no dia seguinte a gente fica no hotel que tem a imprensa… Em primeiro (lugar), é que eu já estava muito abalada, tive que entender a pandemia em algumas horas. Deu um bug na minha cabeça no primeiro momento, só que no dia seguinte eu acordei no hotel, e eu acordei desesperada com a minha assessoria dizendo ‘a gente precisa ir para a Globo, para gravar os programas’ e tal”, explicou Manu Gavassi.

A cantora então disse que, quando levantou da cama, não conseguia falar com a assessora, porque ficava procurando o microfone. “Eu olhava debaixo do travesseiro, olhava na cama, aí eu olhei para ela e disse assim: ‘Meu Deus, eu posso falar! Eu não estou mais na casa, não estou com microfone’. Foi uma sensação tão esquisita de ‘caraca, eu fiquei condicionada a viver isso por três meses”, frisou.

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