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MOBILIDADE URBANA
30 de março de 2021 · 2 min de leitura

Amigos falam sobre família morta em acidente em pedágio; corpos passam por exame de DNA

Amigos da família morta em um acidente de carro em um pedágio de Goiás, conforme vem acompanhando o PIRANOT, falaram sobre a tragédia e contaram quem eram as vítimas. A Prefeitura de Coromandel, interior de Minas Gerais, onde eles moravam, decretou luto de dois dias e prestou solidariedade a todos os moradores da cidade, que tem 28 mil habitantes.

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Foto: Reprodução

Nas redes sociais, Alessandra Machado e Fabiano Oliveira, ambos de 42 anos, relembraram, em entrevista ao site Metrópoles, o casal amigo e dizem que tentam guardar boas lembranças do que viveram juntos.

“Ele era uma pessoa muito carismática. Ajudava muita gente, mesmo de forma oculta, mas a gente sabia porque o auxiliava com as doações para famílias carentes”, conta ela.

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O empresário Reginaldo Ribeiro Silva Júnior, de 40 anos, não gostava de holofotes e, por isso, segundo Alessandra, a vida dele foi marcada pelo sentido mais genuíno da palavra caridade.

“Ele fazia o bem, mas muito calado. Fazia caridade sem alarde”, relata. “Amizade dele era muito grande. Ele era muito de ouvir. Não tinha aquele trem de ficar desprezando as pessoas”, lembra ela.

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Filha de comerciantes de Coromandel, Maiza Mendes de Faria, de 26 anos, encontrou no marido o apoio de que precisava para formar uma família, o sonho dos dois. “Ela era muito atenciosa, dava certo com todos os amigos. Não tenho o que reclamar, sempre conversou bem”, diz a amiga das vítimas.

Pouco antes de morrer, o bebê Cauã Dornelas Ribeiro Silva, tinha acabado de completar dois anos.

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Velório e sepultamento

Como os corpos ficaram carbonizados, um exame de DNA foi feito e a liberação deles para velório e sepultamento depende do resultado.

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