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Familiares e amigos saíram em defesa do marceneiro de 36 anos assassinado pela namorada no final da semana passada, conforme noticiou o PIRANOT. Ela foi presa em flagrante ao não conseguir comprovar a tese de que agiu em legítima defesa, por supostamente ser agredida pela vítima.

Segundo o primo de Leandro Giovani de Souza, a justiça será feita. “Felizmente nesse caso a justiça será feita. A morte do meu primo não ficará impune.”, diz ele. “Só quem conheceu ele sabe o quanto ele era tranquilo, trabalhador e corria de qualquer briga. Ela tentou colar essa história de legítima defesa para fugir da cadeia, mas não vai ficar impune não”, diz Evandro C.
Amigos do marceneiro também saíram em sua defesa. “Quem conheceu ele sabe o quanto ele era de boa. Vamos entregar nas mãos de Deus”, diz F.M.
Outra amiga de Leandro comentou. “Nossa, pelo o que conhecia ele era trabalhador demais e tranquilo. Essa história está muito mal contada”, disse N.P.
Outras opiniões
Seguidoras mulheres aproveitaram o crime para criticar a prisão da assassina. Para algumas, se fosse um homem matando uma mulher, o mesmo não estaria preso. Houve quem incitou a violência nos comentários, apoiando crimes do tipo, o que é ilegal e penalizado nas leis.
Para algumas seguidoras, alguns homens tem comportamentos diferentes na convivência íntima com suas esposas. Não há relatos de pessoas que confirmaram o caráter duvidoso da vítima, apenas generalizações de pessoas que não a conheciam sem nenhum respeito com a dor alheia.
Reforçamos que incitar a violência é um crime penal. Quem posta comentários deste tipo pode ser julgado e preso. (Artigo 286 do Código Penal).
Prisão em flagrante
Conforme informamos ontem, a acusada foi presa em flagrante por não conseguir comprovar para o delegado, policiais, investigadores e peritos que agiu em legítima defesa. Na versão dela, ela reagiu após o homem ter a enforcado com uma faca na mão. Pouco antes, ele teria lhe exibido duas facas, supostamente dizendo para ela que a mesma apenas deixaria a casa morta.
Os profissionais que estiveram na ocorrência não se convenceram com a versão apresentada e determinaram a prisão. A Justiça local acompanhará o caso.