Uma mulher russa moradora de Wisconsin, nos Estados Unidos, é acusada de matar o próprio filho de oito anos. Ao ser presa, a assassina contou que tentou impedir que a criança fosse levada para a guerra na Ucrânia durante um surto psicótico.

Natalia Hitchcock, de 41 anos, vivia tranquilamente com o marido e os dois filhos. No dia 28 de março, em surto, ela tentou afogar o filho mais velho, de 11 anos, durante o banho. No dia 30, matou com uma faca o filho mais novo, de oito anos.
Em depoimento na polícia, a assassina contou que passou a ter surtos ao acompanhar a guerra pela televisão. O quadro teria piorado quando ela não conseguiu agendar passagens aéreas para os pais, que moram na Rússia, e que iriam para os Estados Unidos visitá-la e fugir do país.
Durante os surtos, a mulher chegou a pedir ao marido que abandonasse o emprego e comprasse equipamentos de sobrevivência, além de armas. Ela acreditava estar sendo seguida e vigiada por espiões russos. Nos últimos surtos, ela imaginou que teria os filhos sequestrados para lutar na guerra.
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