terça-feira, março 10
Foto: Reprodução

Telefônica Brasil, empresa controladora da Vivo, está considerando a possibilidade de taxar o uso do WhatsApp, conforme noticiado pelo jornal O Valor Econômico. Atualmente, a empresa possui uma política de “zero rating”, que permite aos usuários o acesso a determinados serviços online sem cobrar pelo tráfego de dados móveis. No entanto, a inclusão do WhatsApp nesse sistema está sendo discutida internamente.

O diretor-presidente da operadora, Christian Gebara, anunciou nesta quarta-feira (26) que essa questão está sendo cuidadosamente analisada, mas ainda não houve uma decisão definitiva, nem foi estabelecido um prazo para tal definição.

É importante ressaltar que qualquer alteração para taxar o uso do WhatsApp dependerá de modificações nas leis e regulamentações vigentes. Dessa forma, não há garantia de que essa taxa será efetivamente implementada no futuro.

A discussão em torno desse assunto ocorre em meio a uma transformação significativa no mercado de telecomunicações e tecnologia. Diversas empresas, como o Grupo Meta, Google, Twitter e até o Ifood, têm ampliado suas plataformas, agregando uma variedade de serviços. Essa mudança tem impactado o mercado ao diluir as fronteiras entre setores distintos, criando um cenário de competição acirrada entre as chamadas “bigtechs”.

O WhatsApp, originalmente um aplicativo de mensagens, expandiu suas funcionalidades para incluir chamadas de voz e videochamadas, o que tem levado a uma concorrência direta com o mercado tradicional de comunicações, que antes se concentrava em serviços de ligações telefônicas fixas e móveis. Além disso, o Ifood, que inicialmente era uma plataforma de entrega de comida, diversificou-se ao vender também medicamentos. Já o Google, que começou como um buscador, expandiu-se para se tornar um shopping virtual, além de uma grande rede de televisão com seu serviço de streaming, o YouTube. A empresa também atua como uma agência de publicidade por meio de sua rede de anúncios.

Nesse contexto de mudanças no cenário tecnológico, a Telefônica Brasil e outras empresas afetadas pela expansão das “bigtechs” estão buscando adaptar suas políticas e estratégias para garantir sua competitividade no mercado atual.

/* Menu/header hard-fix */
.navigation .menu, .smart-head .navigation .menu { display:flex !important; flex-wrap:wrap !important; align-items:center !important; }
.navigation .menu > li, .smart-head .navigation .menu > li { float:none !important; display:block !important; }
.navigation .menu > li > a, .smart-head .navigation .menu > li > a { line-height:1.2 !important; white-space:nowrap !important; }

/* Images fallback visual */
.post-thumb .img.bg-cover, .listing .media .img.bg-cover, .grid-post .img.bg-cover { min-height: 180px !important; background-position:center center !important; background-size:cover !important; }

Júnior Cardoso

Júnior Cardoso

Jornalista

Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte,…

Compartilhar.

Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Estudou jornalismo na UNIMEP e assessoria de imprensa no SENAC. Fez estágio na Câmara de Vereadores e teve passagens por duas rádios de Piracicaba.

Os comentários estão fechados.

ÚLTIMA HORAIdentificado motociclista que morreu na rodovia em Rio das Pedras (4 dias atrás)×
Sair da versão mobile