
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) interrompeu a agenda nesta quinta-feira (16) para responder aos ataques do governo Lula (PT), incluindo os do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que deve concorrer ao governo paulista caso Tarcísio entre na disputa presidencial.
Durante a declaração, Tarcísio afirmou que o PT tem aumentado os gastos públicos e cobrou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), “tenha vergonha”.
O governador rebateu ainda as críticas petistas de que teria elevado impostos em São Paulo, citando que vem resolvendo problemas estruturais da capital e que o governo federal deveria focar em organizar as contas da União.
Como as falas foram feitas e transmitidas em suas próprias redes sociais, o Governo do Estado de São Paulo não se pronunciou oficialmente.
Tarcísio de Freitas lidera todos os cenários para o Governo de São Paulo. No entanto, caso decida disputar a Presidência da República, o nome mais cotado para substituí-lo na corrida estadual é o de Geraldo Alckmin (PSB) — ex-governador por quatro mandatos consecutivos, antes da crise da chamada “era João Doria”, que o levou a deixar o PSDB.
Se Tarcísio optar por permanecer no Estado, Alckmin deve seguir como vice-presidente de Lula em busca da reeleição da chapa federal.
Em um cenário sem Alckmin na federação, a senadora Simone Tebet (MDB) deve ocupar novamente a vaga de vice, reaproximando PT e MDB — partidos que romperam politicamente após o impeachment de Dilma Rousseff.






