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sexta-feira, abril 17
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Piracicaba (SP)

Três envolvidos no assassinato da ex-vereadora Madalena irão a júri popular no próximo mês em Piracicaba

· 2 min de leitura · Por Andrey Moral
Fabrice Desmonts / Câmara de Vereadores de <span class=Piracicaba" width="620" height="412" srcset="https://piranot.com.br/wp-content/uploads/vereadora-madalena.jpg 620w, https://piranot.com.br/wp-content/uploads/vereadora-madalena-300x199.jpg 300w, https://piranot.com.br/wp-content/uploads/vereadora-madalena-150x100.jpg 150w, https://piranot.com.br/wp-content/uploads/vereadora-madalena-450x299.jpg 450w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" />
Foto: Fabrice Desmonts / Câmara de Vereadores de Piracicaba

Três acusados de envolvimento no assassinato da ex-vereadora Madalena Leite estão presos e irão a júri popular no próximo dia 19 de novembro, em Piracicaba (SP).

O crime ocorreu em 7 de abril de 2021, quando Madalena, de 64 anos, foi encontrada morta dentro da casa onde morava, no bairro Vila Sônia, com sinais de violência. A vítima fez história ao se tornar a primeira travesti eleita vereadora em Piracicaba.

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De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Madalena atuava como líder de um centro comunitário no bairro Boa Esperança, e um dos acusados era seu “braço direito” nessa função. No entanto, os dois teriam se desentendido, e o homem acabou sendo expulso da comunidade pela ex-vereadora.

Movido por vingança e com o objetivo de assumir o controle da comunidade, o acusado teria decidido matá-la. Para isso, contou com a ajuda de outros dois homens, que concordaram em participar do crime.

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No dia do assassinato, os três foram até a residência de Madalena. Como ela conhecia um dos envolvidos, abriu o portão. Nesse momento, um dos acusados a agarrou pelo pescoço, mas ela conseguiu se desvencilhar. Em seguida, o terceiro réu desferiu golpes na cabeça da vítima com uma arma branca. Após o crime, todos fugiram do local.

O promotor também aponta que o crime foi cometido mediante emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima, pois foi atraída para abrir a porta após ser chamada pelo ex-parceiro, mas foi surpreendida e atacada pelos outros dois réus, que diminuíram a possibilidade de oferecer uma reação eficaz, além do crime ter sido cometido por motivo torpe, apenas por vingança.

O Ministério Público também destacou como agravante o fato de o homicídio ter sido cometido contra uma pessoa idosa, com mais de 60 anos.

Foto: Polícia Civil

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