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sábado, abril 18
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PF desarticula organização criminosa que atuava em hospitais municipais e desviou mais de R$ 340 milhões

· 2 min de leitura · Redação - PIRANOT

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira, uma nova fase da Operação Paralelo Cinco, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida no desvio de recursos destinados à saúde nos municípios de Jaguari (RS) e Embu das Artes (SP). A ação resultou no cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva.

Vinte investigados foram alvo de medidas cautelares, incluindo afastamento de funções, suspensão de atividades econômicas, restrição de acesso a órgãos públicos e proibição de contato entre si.

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A investigação, iniciada em janeiro de 2024, apura um esquema de desvio de recursos por meio de empresas de fachada e entidades interpostas.

Segundo a PF, um grupo de empresários de Porto Alegre assumiu a gestão dos hospitais de Jaguari e Embu das Artes, recebendo mais de R$ 340 milhões em recursos públicos entre 2022 e agosto de 2025, provenientes de repasses municipais, estaduais e federais.

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O grupo emitia notas fiscais falsas para ocultar o destino dos recursos, que eram rapidamente distribuídos para dezenas de contas de pessoas físicas e jurídicas. Os serviços contratados não apresentavam qualquer vínculo real com as despesas registradas, beneficiando os gestores da organização social.

O dinheiro destinado aos hospitais era desviado para contas-convênio, usadas para o pagamento de despesas pessoais, como aluguéis de imóveis de alto padrão, viagens de luxo e remunerações elevadas para funcionários sem prestação de serviços.

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A Justiça Federal designou interventores nos hospitais municipais. A operação resultou ainda no sequestro de 14 imóveis, na apreensão de 53 veículos e uma embarcação, além do bloqueio de mais de R$ 22,5 milhões em contas bancárias.

A PF continua investigando novos elementos, rastreando ativos e reforçando as provas. Os suspeitos serão interrogados pelos crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de capitais e outros delitos relacionados.

A operação contou com apoio técnico do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul e da Controladoria-Geral da União.

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