O Brasil deve enfrentar uma semana marcada por instabilidade climática severa, com alertas de chuvas intensas em grande parte do território nacional e uma onda de calor considerada excepcional no Sul do país. Os avisos seguem até sábado, 7 de outubro, e indicam riscos à população e à infraestrutura em diferentes regiões.
As chuvas volumosas atingem áreas do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, com previsão de ventos entre 60 e 100 km/h e volumes que podem chegar a 60 mm por hora. Em pontos do Nordeste, o acumulado diário pode variar entre 50 e 100 mm. As condições elevam o risco de alagamentos, quedas de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica e descargas elétricas.
No Sudeste e Centro-Oeste, o alerta vale até sexta-feira (6), com destaque para Goiás, partes de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, incluindo a capital e regiões do interior. No Nordeste, estados como Ceará, Maranhão, Pará e Piauí estão entre os mais afetados pelas chuvas intensas. Já no Sul, os alertas de chuva são mais pontuais, concentrados em áreas do Paraná e de Santa Catarina, com validade até quinta-feira (5).
Em contraste, o Sul do país também enfrenta uma onda de calor classificada como de grande perigo, com temperaturas ao menos 5 °C acima da média histórica por mais de cinco dias consecutivos. O fenômeno atinge áreas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e é agravado pela baixa umidade do ar, aumentando os riscos à saúde, como desidratação e exaustão térmica.
Autoridades recomendam atenção redobrada aos comunicados oficiais, a adoção de medidas preventivas e a redução de deslocamentos em áreas de risco. Enquanto regiões sob chuva intensa devem evitar locais alagados e áreas próximas a árvores e fiação elétrica, a orientação para o Sul é manter hidratação constante, evitar esforço físico e reduzir a exposição ao sol nos horários mais quentes do dia.






