Segundo informações da imprensa local, a prisão foi decretada de forma preventiva após investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, conduzida pela Delegacia de Homicídios de Paracatu.
De acordo com a apuração divulgada, o caso teria envolvido um grupo ligado ao tráfico de drogas e teve motivação relacionada à suspeita de pequenos furtos cometidos por uma das vítimas, informação repassada pela Polícia Civil.
Ainda conforme o relato oficial, o sobrevivente do crime foi mantido refém e testemunhou espancamento e o homicídio de outro homem. Após a morte dessa vítima, elementos que caracterizam vilipêndio de cadáver foram relatados pela investigação. O mesmo sobrevivente recebeu ameaças de que qualquer denúncia teria consequências, mas acabou liberado.
O delegado responsável pela investigação afirmou que os investigados deverão responder por homicídio qualificado, tortura e ocultação de cadáver, implicando em crimes de alta gravidade.






