Um casal registrou denúncia após afirmar que bens e valores do filho teriam sido levados por uma mulher que mantinha relacionamento com ele antes de sua morte. O caso foi registrado na polícia e chegou a virar inquérito, mas acabou sendo arquivado pela Justiça.
Segundo o relato do casal, o filho faleceu repentinamente no dia 18 de março de 2024, sendo sepultado no dia seguinte, 19 de março. De acordo com ela, após o falecimento, a então namorada do rapaz, com quem ele mantinha um relacionamento de cerca de um ano e dois meses, teria se apropriado de diversos bens ligados à empresa da família.
A mãe relatou que entre os itens levados estariam documentos da empresa, contas bancárias particulares e outros pertences, que estariam registrados em seu nome. Ela diz ter reunido provas como notas fiscais e dados do CNPJ para demonstrar a propriedade dos bens.
Também relatou ao PIRANOT que a namorada do filho retirou dinheiro de sua empresa, e transferiu para a conta bancária dela e de seus pais. A mãe ainda mostrou documentos e comprovantes bancários do depósito que ela fez em seu nome, além de comprovantes da fatura.
Diante da situação, a mãe procurou a polícia e registrou boletim de ocorrência, que posteriormente se tornou inquérito policial. Apesar das provas apresentadas, segundo ela, o caso acabou sendo arquivado pela Justiça, o que gerou indignação e sensação de injustiça.
Em relato ao PIRANOT, também contou que o depoimento prestado pela namorada às autoridades contém informações falsas sobre o período em que teria conhecido o jovem. Segundo ela, no depoimento, a namorada declarou que manteve relacionamento com o filho entre 2020 e 2024, algo que a mãe contesta.
De acordo com o relato, em 2020 o rapaz estaria namorando outra pessoa, o que, segundo a mãe, comprovaria que a versão apresentada não seria verdadeira. Ela afirma ainda ter apresentado às autoridades fotos e registros de antigas namoradas do filho, que frequentavam sua casa na época, como forma de demonstrar que a namorada não teria convivido com ele naquele período.
A mãe sustenta que a namorada teria conhecido seu filho apenas no final de 2021 ou início de 2022, e não em 2020, como consta no depoimento. Apesar das informações e documentos apresentados, ela afirma que nenhuma providência teria sido tomada até o momento pela delegacia ou pelo Judiciário.
A denunciante afirma que continua buscando esclarecimentos e espera que a situação seja reavaliada pelas autoridades.










