Chappell Roan encerrou o segundo dia do Lollapalooza 2026 em 21 de março para 85 mil pessoas no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, com um show que misturou teatralidade e pop. A apresentação foi ofuscada por uma polêmica envolvendo o jogador Jorginho, do Flamengo, que acusou seguranças da cantora de abordagem "extremamente agressiva" com sua filha de 11 anos.
O dia foi marcado pela superprodução dos fãs, que investiram até R$ 700 em looks drag e maquiagem para o festival, transformando o gramado do Palco Budweiser em um desfile de rosa antes mesmo da abertura dos portões. A edição também trouxe um momento histórico: o cacique Raoni Metuktire subiu ao palco principal para discursar sobre a preservação da Amazônia e foi ovacionado pela plateia — a primeira liderança indígena Kayapó a ocupar o palco do festival.
O show e a polêmica
Marina abriu a sequência de atrações do palco principal com set list focado no disco "Princess of Power" e sucessos como "Bubblegum Bitch". Lewis Capaldi, de volta após pausa para tratar a síndrome de Tourette, entregou baladas com humor e potência vocal. Chappell Roan fechou a noite com repertório que incluía "Good Luck, Babe!" e uma performance comparável a shows de glam metal dos anos 1980.
Jorginho disse que a filha reconheceu Chappell Roan e ficou empolgada, o que teria gerado a reação dos seguranças. Há relatos conflitantes sobre o local do incidente — se no festival ou em hotel. A cantora é conhecida por impor limites à exposição, frequentemente criticada por "ensinar" fãs e mídia a repensarem a relação com celebridades.
A organização do festival não se manifestou sobre o caso até a publicação desta matéria.
Com informações de G1 Pop Arte.
