Uma análise publicada em março de 2026 aponta que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, iniciaram uma ofensiva militar contra o Irã com a expectativa de provocar uma mudança de regime rápida e sem grandes resistências.
Segundo o texto, os dois líderes subestimaram significativamente a capacidade da liderança iraniana que sobreviveu aos ataques, bem como a força militar do país em responder aos bombardeios e infligir danos a Israel e a aliados árabes dos Estados Unidos na região.
A avaliação destaca ainda que o Irã demonstrou capacidade de bloquear a rota de transporte de petróleo e gás mais importante do mundo, o que representa uma ameaça direta ao abastecimento energético global e à estabilidade econômica internacional.
Diante do cenário de resistência inesperada e dos riscos geopolíticos crescentes, analistas indicam que a busca por uma saída diplomática para o conflito pode se tornar prioridade estratégica para a administração americana nos próximos meses.
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