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9 de julho de 2020

Menina de 11 anos desaparecida há quatro dias é encontrada viva

Na foto aparece o rosto de Paulo Ricardo, suspeito de sequestrar a adolescente
Foto: Divulgação Reprodução/Facebook

Conforme o Jornal PIRANOT noticiou, a menina Emily Bello Soares da Silva, de 11 anos, que estava desaparecida da residência da família, em Santa Bárbara d’Oeste, desde a madrugada do último domingo (05), foi encontrada viva nesta quinta-feira (09).

Uma foto de Emily que estava desaparecida e foi encontrada hoje
Foto: Reprodução/Facebook

Segundo informações, ela estava em um posto de combustíveis da Praia Azul, em Americana. O gerente do local falou que a menina estava desorientada e perguntou onde estava.

As causas do desaparecimento ainda não foram detalhadas. As investigações continuam. A menina foi levada para um hospital particular de Americana. Após o atendimento médico, ela deve prestar depoimento na delegacia para esclarecer o caso.

Com informações O Liberal.

Relembre o caso

Emily sumiu no domingo (05) e a família suspeita que ela tenha sido sequestrada por um motoqueiro. Emily mora com os avós e o pai e saiu escondida na madrugada de domingo, enquanto todos da casa dormiam. A suspeita da família é de que a menina conversava através das redes sociais com o sequestrador.

De acordo com o B.O registrado pela família, a criança deixou a residência apenas com a roupa do corpo. Ainda segundo informações, antes de sumir, ela foi até o quarto dos avôs, dizendo que pegaria seu travesseiro para dormir em um outro quarto da casa. Logo após, o avô escutou barulho de moto na frente da residência, e quando procurou a neta nos quartos, percebeu que ela não se encontrava.

Uma foto de Emily Bello Soares da Silva
Foto: Reprodução/Facebook

O pai da menina relatou no Boletim de Ocorrência que observou um homem em uma moto em frente à residência. Ele trajava calça jeans, jaleco preto, capacete preto e aparentava ter mais de 30 anos. O motoqueiro alegou ao pai de Emily que aguardava um amigo.

O avô e pai da menina declararam ainda que ela mantinha conversas de cunho sexual e com palavras obscenas pelo celular com desconhecidos. Ela usava o celular do avô e o computador da casa para manter esses contatos.

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