
Observação
Este conteúdo tem trechos de uma notícia factual, com posições editoriais do PIRANOT sobre nosso conteúdo, nossa empresa, nossos seguidores e o que estamos vivendo hoje na sociedade. Leiam com atenção, serenidade, calma e bom senso. De ativismo, falso moralismo e hipocrisia, o dia de hoje foi farto.
Começando
Em Minas Gerais, um homem de 44 anos matou a esposa, de 51 anos. O motivo é fútil, o que agrava a pena em caso de condenação. Ela teria dado risada del pelo desempenho sexual.
— No próximo trecho, sinalizado em aspas, o PIRANOT se pronuncia editorialmente e assim será ao longo de toda a notícia:
Antes de seguirmos com a notícia, dado as últimas notícias do PIRANOT terem viralizado e atingido pessoas que encararam nossos comentários como oportunidade para ativismo e lacração, temos que falar o óbvio:
Nossas pautas são geradas com base no interesse dos nossos mais de 400 mil seguidores. O número inclui 70 mil seguidores do fundador do jornal, Júnior Cardoso, o jornalista mais seguido do interior e litoral paulista. Para levarmos uma pauta ao ar, com responsabilidade, pois nossa empresa gera cerca de 30 empregos diretos e indiretos, então se pautamos algo que seja recusado pelo público, a próxima notícia entra sem força para alcançar você mesmo. Por isso pedimos as confirmações e, lógico, só em nós. Porque pediríamos para a concorrência? Voltando aos valores notícias, que determinam se uma pauta entrará no ar ou não, são considerados nisso dados técnicos como alcance das publicações, engajamento, leitura, repercussão, comentários e a manutenção do vínculo com o jornal. Quando postamos cultura, pauta que ganhamos muito mais dinheiro quando tem acessos, o assunto é rejeitado por vocês. Vocês não curtem, não comentam, não compartilham e, nem implorando, confirmam o recebimento. Que ativismo é este que está impondo ao PIRANOT um estado de loucura? Não vivemos modinhas. Não estamos brincando aqui.
O PIRANOT nos próximos meses chegará a meio bilhão de acessos. Número alcançado graças a um trabalho rigoroso de análise de gráficos, acessos simultâneos, contato próximo, íntimo, realista e sincero com o público. Como este que estamos tendo aqui. O PIRANOT desenha para quem não entendeu ainda: temos alface em nosso restaurante, mas é a feijoada que todo mundo quer. O pudim, o pavê vencem a guerra contra uma uva. Polêmica: fruta é sobremesa? Não cabe a nós ditar o que você vai ler, mas seria humilhante para nós errarmos o que você quer ler. Você acompanha o PIRANOT porque o conteúdo te interessa ou te interessou. Sinal que estamos acertando e errar é humano, mas não queremos errar não.
A notícia, ok?
Conforme dito no primeiro parágrafo deste dia de muito ativismo nos nossos comentários e redes sociais, a Polícia Miliar foi acionada na manhã de anteontem (17), em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No local, a irmã do assassino afirmou que ele esteve em sua casa pedindo ajuda após matar a esposa.
Na versão dele para a irmã, durante a relação, a vítima teria rido e zombou da demora para ejacular.
O tema desta notícia é tabu entre os homens, o que tem motivado debates entre os mesmos por essa obsessão. Recentemente o humorista Fábio Porchat fez um seriado para a TV paga sobre “pênis”. O que isso significa? Significa que há tanto interesse da população neste tema, que uma empresa americana gastou dinheiro no Brasil – alguns milhões – para ter esse seriado no seu canal exclusivo para seus assinantes que pagam por isso. Ou seja, você pode discordar, mas sabe que quem rasga dinheiro é louco. O capitalismo americano estaria louco? Se passar de bobo(a), é feio.
Ainda no Brasil, tão em pauta está o tema, que foi falado em coro em um evento político, o que foi pautado por jornais, revistas, portais e pelas famílias brasileiras. Ou seja, esta notícia selecionada pelo PIRANOT tem o tema “imbrochável”. É factual. É o que a sociedade, pautada até por políticos, está comentando. Se está em discussão na sociedade, tem valor notícia importante. Este se somou a outros, e por isso, esta pauta está no ar no PIRANOT.
Vamos relembrar? Se o PIRANOT erra na pauta nós perdemos engajamento na próxima notícia. Se você rejeitar esta notícia, para nós é um Deus nos acuda, pois o Facebook não quer te mostrar algo que não seja interessante para você e te motive a sair da plataforma. Inclusive, o mundo debate e os celulares mais modernos tem, em suas configurações a opção do dono auto-bloquear a internet do celular caso passe uma quantidade X de tempo nas redes sociais. Então, pelo contrário, o Facebook usa inteligência artificial para saber um tudo sobre você e é por isso que se você gosta do azul, no seu Facebook não tem a cor verde. Se aparece esta cor é de alguém xingando o verde. Ou seja, não podemos errar. Nem com você e nem com os algoritmos do Facebook.
Voltando para a notícia, de novo
A irmã contou ainda para a PM que o homem ficou irritado e pegou um objeto perfurante, não encontrado no local do crime e golpeou a esposa. Ele então foi na casa da irmã, confessou o crime e fugiu.
Na casa do casal, a vítima foi encontrada pelos policiais em cima de um colchão com dois cortes. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). (Fim da notícia. Seguimos agora em editorial).
PIRANOT é Piracicaba?
Quando eu, Júnior Cardoso, criei o PIRANOT, quis homenagear Piracicaba. Então, uni parte do nome da minha amada terra com o que teria nesse jornal. O que é jornal? Será que todos sabem o que é? Voltando, de novo: peguei o que teria no jornal. O que tem em jornal? NO-TÍ-CI-AS. Então, que bomba, nosso nome é a abreviação de Piracicaba Notícias. Espero que essa bomba que contamos aqui não lote os hospitais de tantas pessoas enfartanto de susto, né? (Trecho sarcástico – para quem gosta de desenho).
O PIRANOT acredita que quem dá respeito, quer respeito. Infelizmente, pedimos licença à parte do nosso público para falar com uma galera “lacradora”. Por óbvio, o que são notícias? Notícia é tudo. Pode ser de um crime, sobre a lua, o jardim, uma doença, uma coisa feliz: TUDO.
Por óbvio, por sanidade mental, o Jornal da Globo, da Record, do SBT, da Band, e das demais não são “Vídeo Show”. São jornais. O PIRANOT é um jornal há 11 anos.
Por favor, respirem fundo: somos há 11 anos um jornal e no nosso nome, tem notícias. Que estado de sanidade mental acharíamos que um dia precisaríamos desta dissertação?
Um sábio (estamos sendo sarcástico neste trecho como um todo), chamado Casimiro, disse recentemente o óbvio. Como sociedade, erramos quando passamos a aceitar e achar bonito uma pessoa se fingir de boba, tonta e sei lá mais o que. Em vez de evoluir, o PIRANOT precisa em pleno 2022 desenhar, pela primeira vez, uma notícia depois de um dia tumultuado de lacração e ativismo.
Recordo-me com saudade quando, ainda inocente, assistia Carlos Nascimento no “Jornal do SBT”. Que tem o que? Notícias, né? Então, ali, pela primeira vez passamos a viver momentos insanos e mergulhamos nessa loucura conhecida como “ativismo de sofá”. A pessoa que nem estuda, nem trabalha, mas passa o dia todo palpitando sobre tudo. Tudo mesmo. Vamos relembrar?
Trabalho com jornalismo desde meus 14 anos, sempre na internet, com passagens em TV e rádios. Aos 30, com 16 anos de carreira, me dou o direito de dizer como Nascimento: “Já fomos mais inteligentes”. E falo lamentando. Reflitam!
Aula sobre noticia
Através das notícias nos informamos e tomamos decisões. Cobramos políticos, participamos de movimentos e causas que acreditamos. Os jornais de grande alcance como o PIRANOT, quando a turma da lacração não aparece, pautam o que todos nós vamos conversar. E, conversando nos organizamos como sociedade, elegemos e formamos governos, parlamentos e o congresso.
Quando o PIRANOT foi criado, a Avenida Renato Wagner foi frequente pauta nossa. Ali, noticiamos cerca de três mortos ou feridos por arma de fogo de vítimas que frequentavam uma mata conhecida regionalmente como ponto de ‘pegação’ homossexual. Nossos concorrentes achavam “vulgar” pautar e, semana passada uma marca local foi – na minha visão de empresário neste setor há 16 anos – descontinuada.
Ou seja, entendendo a sociedade, pautamos a cidade. E, naquela época, duas pessoas morreram nesta avenida em aventuras sexuais sendo ambos de cidades da região, o que comprova que a situação ali estava fora de controle e o crime, chegava junto.
As pautas do PIRANOT, que mostravam a cidade, sem medo e hipocrisia, entrou em todos os lares da cidade e hoje, com 11 anos, podemos afirmar que online não temos concorrência. Falo com base em números. Diversos números de Google, Facebook, Instagram e internos.
Com a imprensa operando na hipocrisia, a sociedade vivia como? Ainda falando da avenida, a população achava que os carros, motocicletas eram frequentadores do shopping e queriam apenas economizar no estacionamento. O PIRANOT passou a mostrar a cidade e foi uma explosão. Saltamos de 200 mil acessos por mês em 2015 para mais de 5, 6 milhões de acessos por mês em poucos meses. Isso numa cidade de 400 mil habitantes. O PIRANOT não opera em ativismo e hipocrisia. Não queremos para nós o destino da concorrência.
Por tanto, o PIRANOT promoveu mudanças na cidade ao pautar a nossa cidade VERDADEIRA. Nosso público fez a escolha. Veio para o PIRANOT. O concorrente quis fazer site em jornal impresso e mais recentemente o PIRANOT se confundia com nossas cópias. Isso comprova o sucesso que somos.
Sobre as mudanças, no caso da avenida, a sociedade exigiu uma posição do então Governo Gabriel Ferrato (PSB). Lançou-se então a grande obra de reformulação da via e hoje podemos contar com uma avenida lindíssima.
Outro exemplo é da mesma época. Meados de 2015, 2016. Quando passamos a pautar os crimes policiais na cidade, a sociedade exigiu dos políticos mais segurança e não demorou. Ao se reeleger, para terceiro mandato com 80% dos votos válidos, então prefeito Barjas Negri (PSDB), trouxe para a cidade o BAEP, nosso orgulho.
Para finalizar, a notícia da mulher morta pelo homem que estava com problemas para ejacular, faz a sociedade continuar a luta para que crimes como esse parem de ocorrer e mais: hoje foi em Minas. Que amanhã não seja aqui, pois quem diria, nem nos piores pesadelos, que um dia Piracicaba seria manchete no “Jornal Nacional” depois de uma pessoa – que disse estar em surto – entrar em um ônibus e esfaquear e matar três – como ocorreu neste ano, no Centro. Mas, isso já era realidade mundo à fora. Notícias não são piadas. São fatos que ajudam a sociedade a viver. Informação é como alimento, como o ar. Ninguém vive sem.