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Política Piracicaba

Comunidade do Santa Rosa vai à Câmara pedir corredores comerciais

· 4 min de leitura · Atualizado em 04.08.2020 · Por Júnior Cardoso

A associação dos moradores do bairro Santa Rosa na zona norte de Piracicaba – SP estará presente na Câmara de Vereadores da cidade na próxima terça-feira (18) em uma audiência pública para solicitar as autoridades locais a inclusão de algumas avenidas no programa de corredores comerciais.

Tendo à frente os líderes José Luiz e Marli, a associação corre atrás de uma reivindicação antiga dos moradores que querem ter próximos de si comércios de qualidade como farmácias, padarias, açougues, consultórios médicos e dentários, casas lotéricas e outros. Hoje ainda não é possível ter tudo isso devido a uma lei que considera o bairro residencial. Uma adequação a realidade da comunidade é solicitada, afinal de contas, o Santa Rosa é um bairro com inúmeros comércios e industrias há décadas.

Desde a semana passada um abaixo assinado está sendo disponibilizado para a comunidade onde assinaturas estão sendo coletadas e serão levadas ao conhecimento dos vereadores e do Chefe do Executivo, Gabriel Ferrato (PSDB).

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Os moradores do bairro acreditam que ter comércios de qualidade perto de suas residências é uma comodidade a mais principalmente para um bairro que é cercado por duas rodovias. Empresários que moram na comunidade tem planos de expandir seus comércios o que gerará empregos e renda para os próprios moradores que apoiam a inciativa e querem ver o progresso do local sempre preservando as características da comunidade.

A empresária Gisele Cardoso, dona de uma pastelaria, é uma das que estará presente na Câmara. “Nosso bairro cresceu e queremos oferecer mais serviços de qualidade para a comunidade. Quando abri meu comércio, os moradores elogiaram bastante, afinal de contas, hoje temos uma variedade de serviços sendo oferecidos, mas precisamos que nossa situação seja regularizada para recebermos um alvará definitivo e não provisório” disse ela que atualmente conta com seis colaboradores diretos e vive na incerteza já que o Poder Público ainda resiste em dar uma posição oficial sobre a realidade.

Hoje o Santa Rosa já tem oficinas mecânicas, mercados, açougue, academia, lava-rápido, motel, casa de festas, minimercados, bares, pastelaria, pizzaria, farmácia, restaurantes, industrias, faculdades, salões de beleza, lojas de materiais de construção, sorveteria, lojas de roubas, serviço de costura, loja de aluguel de roupas, agropecuárias, pet-shops, trailers de lanches e até uma massagista que montou uma pequena clínica para atender as clientes. São mais de 17 pontos comerciais e tudo isso não mudou e não vai mudar a tranquilidade do bairro, pelo contrário, trará mais benefícios e valorização para a região antes isolada dos avanços da cidade.

Para o jornalista e fundador do PiraNOT, Júnior Cardoso, que vive na comunidade há 19 anos, avançar é sempre necessário. “Venho desde o começo do ano, através de cartas publicadas pelo Jornal de Piracicaba, defendendo a vontade dos meus vizinhos e até da comunidade que quer ter mais comodidade. Quando me mudei aqui, com três anos de idade, não tinha nada. Era a minha casa na rua e nada mais, mas o progresso chegou e temos que adequar a realidade e não continuar com essa peneira tampando o sol como estamos. Se a Prefeitura está liberando alvarás, mesmo que provisórios, ela tem que olhar com atenção para a nossa realidade e regularizar” disse ele que completa. “Quero continuar tendo todos os serviços que tenho perto de mim, assim como quero ter mais. Nessa crise de empregos que estamos, se tem gente acreditando e querendo investir, gerar renda para a comunidade, e fazer o bem, por que vamos ser contras? ”.

Comunidade PIRANOT

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Os empresários Marisa e Miguel Medeiros, proprietários do supermercado M&M, o maior do Santa Rosa, tem planos de expandir a loja que hoje ocupa mais de dois lotes, mas na incerteza que vive a comunidade, os planos estão adiados. Hoje o mercado gera mais de 10 empregos diretos e este número poderia ser ainda maior caso o corredor comercial já existisse.

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