A Guarda Municipal do Rio de Janeiro inicia, em março, as operações da nova Divisão de Elite, força armada criada para reforçar o combate a roubos e furtos na cidade. A unidade atuará com pistolas 9 milímetros e equipamentos de menor potencial ofensivo, como tasers, sprays de pimenta e gases lacrimogêneos, além do uso obrigatório de câmeras corporais durante o patrulhamento.
Ao todo, 600 agentes integrarão a divisão nesta primeira fase, com apoio de uma frota de 118 veículos, entre viaturas, motos e vans. A atuação será orientada por dados de inteligência, com foco nas chamadas “manchas criminais”, áreas com maior incidência de crimes patrimoniais. Também haverá patrulhamento a pé, especialmente em regiões comerciais, turísticas e de grande circulação.
Segundo a prefeitura, a proposta é ampliar a presença ostensiva da Guarda Municipal de forma complementar às forças estaduais, com ações mensuráveis e uso diferenciado da força. A criação da Divisão de Elite marca uma mudança no perfil de atuação da corporação, que passa a adotar armamento, tecnologia e estratégias típicas do policiamento urbano contemporâneo.






