
A regulamentação de novas atribuições pela Guarda Civil do Município (GCM) foi aprovada na 44ª reunião ordinária da Câmara, nesta quinta-feira (17), após as explanações do secretário de Trânsito e Transportes, Jorge Akira, e da tenente Lucineide Maciel Corrêa, comandante da corporação. A propositura recebeu 19 votos favoráveis e dois contrários.
O projeto amplia as funções da GCM, que abrangerá a aplicação de medidas administrativas, a autuação por infrações e todas as demais atribuições no exercício regular da polícia administrativa no trânsito de Piracicaba. Caberá ao comando a organização interna do efetivo para execução das novas atividades.
Akira e Lucineide se reuniram com os parlamentares para apresentar detalhes das mudanças na reunião de segunda-feira, 14, quando houve suspensão de expediente da reunião ordinária. A principal preocupação do presidente Matheus Erler (PTB) era em orientar da forma correta a população, por isso foi solicitado que retornassem à Câmara nesta quinta. A própria Associação dos Guardas Civis de Piracicaba é favorável ao texto, conforme manifestou na segunda o presidente Marcos Sergio de Jesus Ramos.
Além do projeto de lei complementar 11/2017, a pauta da 44ª reunião ordinária contou com um projeto de lei complementar, cinco moções e 14 requerimentos em discussão única, três projetos de lei em segunda discussão, um projeto de emenda à lei orgânica e oito projetos de lei em primeira discussão.
O advogado Homero de Carvalho ocupou a tribuna popular para falar sobre o tema Violência Doméstica. O vereador Pedro Kawai (PSDB) entregou a moção 82/2017, ao Pelotão da Guarda Civil, enquanto João Orlando Pavão, provedor da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba, esteve no plenário para explanar sobre a saúde no município, por força do requerimento 449/2017, do vereador Ary Camargo de Pedroso Jr. (SD).
CONTRA – Cerca de 500 leitores do PIRANOT no Facebook participaram de uma pesquisa e mais de 422 deles se disseram contra o projeto aprovado pela Câmara. O projeto é o mais polêmico após o do Semae, onde parte da população pediu a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito).
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