Oito empresárias, vítimas de estelionato, recorreram à Polícia Civil na tarde de ontem (17), para tentar solucionar casos de estelionato ocorridos contra elas por uma mesma estelionatária.

As empresárias compareceram à UPJ (Unidade de Polícia Judiciária) às 13 horas de terça-feira para registrar um Boletim de Ocorrência. De acordo com declarações dadas por todas as oito vítimas à equipe do PIRANOT, os casos de estelionatos não causaram prejuízos financeiros só a elas, mas a um total de 15 pessoas. Elas disseram também que o valor do prejuízo varia de R$ 150 a R$ 1000 reais por pessoa.
Tudo começou quando a estelionatária procurou uma das empresárias, dona de uma loja no município, para adquirir alguns produtos que ela comercializava. O crime acontecia quando a estelionatária, já após ter escolhido todos os produtos que queria, dizia haver feito uma transferência bancária através de um aplicativo do Itaú. Nesses casos, ela encaminhava à vítima uma cópia do recibo dessas transferências por meio deste mesmo aplicativo.
As vítimas (todas empresárias, mas cada uma com um tipo de comércio diferente) começaram a desconfiar de que aquilo se tratava de um golpe, quando o valor supostamente transferido não caía na conta de suas empresas.
As vítimas contaram que voltaram a fazer contato com a estelionatária, porém a mesma dizia que o problema certamente estava no aplicativo do banco.
Assim que uma das empresárias tomou ciência de que o mesmo problema já havia ocorrido com várias outras pessoas, foi, aos poucos, fazendo contato. As partes se conheceram através de uma rede social, e, juntas, decidiram comparecer ao Distrito Policial para lavratura do Boletim de Ocorrência.
Os crimes de estelionato contra todas elas aconteceram num período de tempo de dois meses, entre 1 de março e 17 de abril. O 6º Distrito Policial ficará encarregado das investigações.
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