Erler cobra da Prefeitura explicações sobre remoção de ossadas de sepulturas
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2 de outubro de 2018 · 2 min de leitura

Erler cobra da Prefeitura explicações sobre remoção de ossadas de sepulturas

cemitério vila rezende - piracicaba
Foto: Wagner Romano / Jornal PIRANOT
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O presidente da Câmara de Vereadores de Piracicaba, Matheus Erler, solicitou à Prefeitura informações sobre as remoções de ossadas do Cemitério da Vila Rezende, em Piracicaba (SP). A votação da propositura foi realizada nesta segunda-feira (01), durante a 57ª reunião da Casa.

Foto: Fabrice Desmonts / Câmara

A imprensa piracicabana — em particular, o Jornal PIRANOT — muito tem noticiado esses casos. A Administração do Cemitério da Vila Rezende remove ossadas dos jazigos, vendem os túmulos supostamente abandonados, e os familiares sequer ficam sabendo. Matheus Erler aproveitou para lembrar a insatisfação de muitos munícipes com esse fato, e, principalmente, a falta de aviso da Administração do cemitério no que concerne à exumação e venda da sepultura.

Para Erler, é considerado crime qualquer ato de vandalismo sobre a sepultura ou de alteração chocante, de aviltamento ou de grosseira irreverência, a profanação.

O presidente da Câmara questiona o Executivo se houve a comunicação com a família dos falecidos e se existe cadastro do número de remoção dos jazigos do cemitério para o ossário. O parlamentar também quer saber o que a Administração Municipal considera como abandono de sepultura e se o fato da família não ter dado acabamento ao jazigo já é característica de abandono.

Remoção de ossadas e venda de túmulos

No dia 14 de setembro, o Jornal PIRANOT publicou uma reportagem, onde a família da munícipe Zila Veronesi criticava o Cemitério da Vila Rezende, em Piracicaba (SP), de ter vendido seu jazigo e removido todos seus familiares que ali estavam enterrados.

De acordo com Veronesi, ela foi até o cemitério para visitar seus familiares e, ao olhar para seu jazigo, se deparou com outra família enterrada no local. Por conta disso, ela foi até a recepção e tomou ciência que o jazigo que pertence a sua família desde 1984 foi vendido. “Nós fomos fazer uma visita e descobrimos que nosso túmulo não existe mais”, comentou Zilá Veronesi ao PIRANOT. “Já tem até outra pessoa enterrada lá! Mas como eles podem vender o meu túmulo se eu possuo registro de compra?”

Para ler a reportagem completa, clique aqui.

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