Sem concorrentes no pleito, Brasília ganhou o direito de sediar a Universíade de 2019, espécie de Jogos Olímpicos para atletas universitários. A decisão foi anunciada neste sábado após Budapeste, capital da Hungria, ter desistido de participar da concorrência.
“Trazer a competição para Brasília é um exemplo da expansão do movimento do esporte universitário e chamará a responsabilidade da América do Sul para apoiá-lo. A unidade e a diversidade do Brasil, um povo mestiço de europeus, africanos, indígenas e asiáticos, fazem dele um país disposto a receber a Universíade de braços abertos”, disse Aldo Rebelo, ministro do Esporte, em entrevista ao site da pasta.
A decisão foi tomada em Bruxelas, na convenção da Fisu (Federação Internacional de Esportes Universitários). Budapeste, segundo o site da entidade, desistiu da disputa pelo alto custo financeiro e para poder focar em sua candidatura para o Mundial de Esportes Aquáticos de 2021.
Antes dela, Baku, capital do Azerbaijão, já havia feito o mesmo movimento em outubro, para focar em dois outros torneios. O site do Ministério do Esporte, porém, anunciou a conquista da Universíade ignorando a retirada de Budapeste, e comemorando a vitória “por unanimidade” de Brasília, que na verdade não teve concorrentes.
Agora, a capital federal terá de se preparar para o torneio, que em sua última edição envolveu mais de dez mil atletas e 27 esportes.
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