Opinião: “Saramandaia”, o surrealismo que não colou

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Saramandaia , a nova novela das onze da Rede Globo, sendo um projeto ousado com um linguajar diferente, conteúdo e o formato da teledramaturgia brasileira.Com personagens cativantes e um tanto para lá de esquisitos, mas muito engraçados, como o personagem de Zico Rosado (José Mayer) que solta formigas pelo nariz, a garota que pega fogo a Marcinha (Chandelly Braz), namorada do João Gibão ( Sérgio Guizé) que tem asas em suas costas mas a esconde, o lobisomem que é o professor Aristóbulo (Gabriel Braga Nunes) da cidade de Bole Bole e a tão engraçada Dona Redonda que só come e come, interpretada por Vera Holtz entre outros personagens… A primeira versão da novela foi em 1976, atualmente foi feito um remake da trama com 54 capítulos, a primeira versão abordou a ditadura militar de uma maneira quase subliminar, sendo ressaltado o preconceito contra as diferenças, a liberdade de expressão e a corrupção. Além de que a cidade de Bole Bole é um lugar desconhecido, não cita o estado, outro fato intrigante é o linguajar saramandês como: falastrice estrangeirada, perdoagem, cachacista, desachar, sonambulista juramentado entre outros dizeres. Não é a toa que está fazendo muito sucesso a trama, de um jeito inovador, conquistando o público e ficando o mais próximo da realidade, com cenas do cotidiano, mas com um toque de audácia na parte da mistificação. Para quem gosta de uma pitada de comédia, humor, não pode deixar de assistir Saramandaia que ainda conta com um prefeito Lua (Fernando Belo) que fica sempre em cima do muro entre as duas famílias Villares e Rosado,que é de tirar suspiros da mulherada.

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