Coronavírus: Pela primeira vez todo o Estado de São Paulo está na fase amarela

O anúncio foi feito pelo governador do Estado João Doria, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (11)

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Todas as regiões e municípios do estado de São Paulo encontram-se na fase amarela do Plano SP, a primeira vez desde que o plano para progressão de quarentena foi implementado, anunciou o governador do estado João Doria (PSDB) em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes nesta sexta-feira (11).

Coronavírus: Pela primeira vez todo o Estado de São Paulo está na fase amarela
Foto: AFP

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O anúncio se deu após a progressão das duas últimas regiões que ainda estavam na fase laranja (a segunda mais restritiva de um total de cinco fases), Franca e Ribeirão Preto, progredirem para a fase amarela.

A progressão de fase laranja para amarela só é feita quando há redução significativa e de número de óbitos e de internações em hospitais devido à Covid-19.

Esta é a oitava semana consecutiva de declínio das internações no estado. O índice de internação em UTI’s é de 52,5 % em São Paulo.

Ao mesmo tempo que anunciou a progressão, Doria informou ainda que a partir desta sexta a reavaliação do Plano SP passa a ser mensal. No entanto, caso alguma região regrida, as cidades podem ser rebaixadas diretamente para a fase vermelha, estando, portanto, extinta a fase laranja.

A próxima requalificação acontecerá no dia 9 de outubro.

Neste semana, a cidade entrou pela primeira vez no estágio desacelerado de casos do novo coronavírus. Na prática, isso quer dizer que a quantidade de novos casos confirmados tem caído ao longo do tempo de forma considerável, segundo o monitor de aceleração da Covid-19 revisado da Folha.

Além disso, todo o estado de São Paulo passa para a fase amarela com a evolução de Franca e Ribeirão Preto.

O modelo de acompanhamento utilizado pela Folha se baseia na evolução de casos em cada local e tem como parâmetro um período de 30 dias, com mais peso para o período mais recente. Com isso, é medida a aceleração da epidemia, ou seja, a forma como o número de novos casos cresce ou diminui.

A metodologia que pode demorar mais para captar os movimentos da pandemia em relação a outros métodos, como a média móvel de sete dias, adotada por governos e veículos de comunicação.

Por outro lado, a metodologia da Folha tende a trazer mais estabilidade nos resultados.

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