Em Piracicaba, casa para moradores de rua muda de endereço e amplia acolhimento

O acolhimento em razão da pandemia mostrou que os serviços já feitos a esta população poderiam ser ampliados

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A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads) informou que está fazendo uma reformulação nos serviços para moradores de rua em Piracicaba.

Foto: Divulgação.

 

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O início desta reformulação está na ampliação da meta de atendidos no Núcleo de Apoio Social (NAS) Novos Caminhos — serviço de abrigo para pessoas adultas com ruptura de vínculos familiares, em situação de rua, desabrigo por abandono, ausência de residência ou sem condições de autossustento.

Para Fabiane Fischer, titular da Smads, o acolhimento em razão da pandemia mostrou que os serviços já executados para esta população poderiam ser ampliados, visto que o acolhimento 24h permitiu um trabalho diferenciado. “O acolhimento das pessoas em situação de rua nos trouxe a oportunidade não somente de protegê-los da Covid-19, mas também de desenvolver um trabalho diferenciado e abrangente no que diz respeito a recuperação de laços familiares, autoestima, atuação pra recuperação de vícios e empregabilidade. Conseguimos trabalhar e devolver a dignidade destas pessoas.”

A reformulação também prevê a mudança de endereço da Casa de Passagem para acomodar mais pessoas e a transferência gradual das pessoas em situação de rua confinadas no Lar das Ruas e no antigo endereço da Casa de Passagem. As regras de participação e permanência neste novo espaço — localizado na Estrada Heribaldo Zardetto de Toledo, no bairro Parque São Jorge — já estão em discussão.

Durante este período de transferência gradual, o Lar das Ruas permanecerá como espaço de quarentena para as pessoas em situação de rua que aceitaram a abordagem do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas) e tenham que cumprir o período de quarentena para adentrar no espaço de acolhimento 24h.

O Centro de Referência de Atendimento Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) continua sendo a porta de entrada para os serviços da Assistência, com atividades direcionadas para o desenvolvimento de sociabilidades, resgate, fortalecimento ou construção de vínculos interpessoais e/ou familiares, construção de outros projetos e trajetórias de vida, que viabilizem o processo gradativo de saída da situação de rua. É lá que pessoas em situação de rua, migrantes e trecheiros acabam por ter o primeiro contato com os serviços, sendo direcionados para eles e para outras políticas públicas que eles podem acessar.

Outro serviço destinado a esta população que permanece o mesmo é o Seas, sendo o responsável por realizar a abordagem das pessoas e ofertar os serviços da Assistência e outras políticas públicas.

Foto: Divulgação.
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