XV lamenta falecimento de Mário Rensi, bicampeão 47/48

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O XV de Piracicaba lamenta o falecimento do ex-zagueiro do clube, o piracicabano Mário Rensi, bicampeão do que conhecemos hoje como a Série A2 do Campeonato Paulista, nos anos de 1947/48.

O ex-jogador do Nhô Quim faleceu no último sábado, em Piracicaba, aos 95 anos de idade, data em que foi realizado o enterro no Cemitério da Saudade. O Alvinegro deixa os mais sinceros sentimentos de pesar aos familiares e reitera a grande contribuição de Rensi para a construção da gloriosa história centenária do clube, o qual defendeu, segundo o site “A Província”, entre os anos de 1945 e 1948, com 83 partidas disputadas.

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Os títulos

O XV de Piracicaba ganhou o “Primeiro Campeonato Profissional do Interior” em 1947, após ter realizado 26 jogos, dos quais venceu 14, empatou nove e perdeu apenas três (nenhuma das derrotas foram em Piracicaba, no antigo campo da Rua Regente Feijó). Sob o comando de Humberto Cabelli, Mário Rensi atuou em 21 dessas partidas e marcou um gol.

Naquele ano, no entanto, a Federação Paulista de Futebol ainda não havia instituído a “Lei do Acesso e do Descenso”, o que só ocorreu em 1948, quando o Nhô Quim voltou a sagrar-se campeão. O Campeonato de Acesso de 1948 foi disputado por 42 clubes do interior, distribuídos em três séries com 14 times cada, denominadas Preta, Branca e Vermelha. O XV foi campeão da Série Preta, com 40 pontos ganhos.

Após isso, foi feito um torneio, em Piracicaba, Lins e São José do Rio Preto, com os vencedores de cada série. Houve um empate entre os concorrentes. Para definir o campeão, a FPF agendou jogos nos campos do Juventus e do Palmeiras, onde o XV venceu, respectivamente, o Rio Pardo e o Linense e assim se tornou o “Pioneiro da Lei do Acesso”, feito eternizado na letra do hino oficial do Alvinegro, escrito por Anuar Kraide e Jorge Chaddad.

O XV contou com a defesa menos vazada da Série Preta do campeonato de 1948, com 29 gols sofridos em 26 jogos disputados. Ao longo de sua trajetória pelo Nhô Quim, Rensi dividiu a defensiva quinzista com Elias e Idiarte, outras figuras históricas do clube (Idiarte foi o atleta que mais vezes atuou pelo XV), além do seu irmão, o então meio-campista Strauss.

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