quinta-feira, março 5

Consagrado como ator de novelas de grande sucesso da TV Globo e cantor quando adolescente, Rodrigo Faro parece que não entendeu as diferenças de um apresentador e um ator/humorista.
As diferenças, pequenas por sinal, merecem atenção tanto por parte dele quanto pelos diretores da Record que apostam e querem que Faro se consagre agora aos Domingos.
Mas como se consagrar como apresentador se o que ele faz é interpretar um personagem cômico?

Quando falamos em apresentador, a pessoa tem que conversar com o telespectador olhando no olho, passando a maior credibilidade possível.
Conquistar o telespectador com o seu jeito mais transparente e honesto e para isso, alguns detalhes de ator, profissão que Faro seguiu por anos devem ser esquecidos.
Sua função nada pode lembrar á de um ator para que o telespectador não tenha a chance de se confundir e acabar se achando em uma peça de teatro, como acontece atualmente com o Faro no “O Melhor do Brasil”.

Quando um apresentador deixa seu lado verdadeiro para interpretar um personagem na TV, não adianta, sua audiência vai despencar e o público passará o rejeitar.
Perceba que com Faro vem sendo assim desde o ano passado quando sua estrela começou á ser apagada e em seus últimos sábados vinha perdendo a vice-liderança para o Datena da Band.

Outra estrela da Record que usa muito a técnica de atuação é Ana Hickmann que desde que se transferiu para o “Tudo é possível” dobrou suas encenações e a mistura de atuação com apresentação gera sempre baixa audiência e no fim, programa cancelado.

Se quer mesmo ser um apresentador, esqueça o teatro, a interpretação. Seja você nu e cru.
Está com dor de barriga? Não esconda do seu público. Esconder dele algo que ele possa saber por outras pessoas soa para eles como uma mentira e rompe o laço de intimidade que une um ao outro.

O papel de um apresentador é muito complexo e deve ser analisado para quem quer ser um ou então, volta para a teledramaturgia.

/* Menu/header hard-fix */
.navigation .menu, .smart-head .navigation .menu { display:flex !important; flex-wrap:wrap !important; align-items:center !important; }
.navigation .menu > li, .smart-head .navigation .menu > li { float:none !important; display:block !important; }
.navigation .menu > li > a, .smart-head .navigation .menu > li > a { line-height:1.2 !important; white-space:nowrap !important; }

/* Images fallback visual */
.post-thumb .img.bg-cover, .listing .media .img.bg-cover, .grid-post .img.bg-cover { min-height: 180px !important; background-position:center center !important; background-size:cover !important; }

Compartilhar.

Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Estudou jornalismo na UNIMEP e assessoria de imprensa no SENAC. Fez estágio na Câmara de Vereadores e teve passagens por duas rádios de Piracicaba.

Os comentários estão fechados.

Sair da versão mobile