18 detentos, entre eles traficantes, assaltantes e assassinos. As peças produzidas por eles são vendidas nas melhores boutiques de luxo do mundo e chegam a custar até R$ 1.500,00. A iniciativa foi de uma empresária mineira, que aprendeu a técnica do tricô com a avó e repassou a prática para os detentos. A empresa dentro do presídio mudou o comportamento dos presidiários. Para trabalharem com a empresária, os presos precisam apresentar bom comportamento e passam por um acirrado processo seletivo. O projeto virou até tema de documentário. Veja na reportagem.
Júnior Cardoso
Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Estudou jornalismo na UNIMEP e assessoria de imprensa no SENAC. Fez estágio na Câmara de Vereadores e teve passagens por duas rádios de Piracicaba.




