quinta-feira, março 5


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Falta macarrão, chocolate e pastel de queijo!

Nem toda geração é ouro, nem tudo que coloca fermento cresce. Assim, é a nova novela das sete, “Geração Brasil”.

Os primeiros “rolos” da trama, demoraram para acontecer, o primeiro capítulo, foi concentrado, praticamente, todo em  Jonas Marra (Murilo Benício). Enquanto, a novela foi apresentada, desde a estreia, cheia de tecnologia, dando ênfase, na agilidade da qual.

A bolinha verde da conexão,  foi conectada,  só que, existe lugares brancos: em volta, no meio, nos lados, em algum lugar. É Preocupante.

Além, de explorar novamente um tema mais batido que vitamina, no liquidificador, que é a famosa vingança. Dessa vez, entre mãe e filho.

Pouco humor,  com história errônea, e mais ou menos. A trama das sete, não mostra com convicção, os babados, as cenas que pegam fogo, não causa aquele impacto, entre mocinho e vilão.

A inveja ficou atrás do vidro, ainda coadjuvante. Os bordões populares poderiam ser mais utilizados, colocados mais em mesa. A trama, por diversas vezes fica saturada, mesmo com belas fotografias e  boa direção.

Gostamos das boas histórias, com uma linha do tempo, bem exposta, anexada. Com pontos como:  O que ela vai fazer? O que vai acontecer com fulano(a)? Será que vai dar tempo? Quero ele com ela! Nossa, eles dividem o meu coração.

Porém, rivalidades, cada vez mais se torna familiares. Cenas raras,  foram trocadas por gritarias, mimos, traições e apelações.

Aliás, esse fator z, de zebra, não se resume só  a “Geração Brasil”.

Uma outra, do horário seguinte, também, anda pelo mesmo caminho. Talvez, até pior. Só que, diferente  dela, “Geração Brasil”, tem caminhos, e autores dispostos para mudarem uma situação desastrosa ou engarrafada. Com todo respeito, Manoel Carlos(autor de “Em Família”), deveria nos explicar como ele  aguenta  escrever e assistir, essa novela,  com cara de domingo, e sem tempero semanal.

Com tanta falta de doce, o bom salgado(clichê): Quem matou?, faz até falta. Não é pecado algum usar clichê, aliás, a vida é um clichê, só que precisa ser bem elaborada,  colocada dentro de uma verdadeira realidade, planejada e excitada.

Precisamos de uma novela que não ande, com a história, na mesma linha, naquele quadrado. Os ganchos devem ser multiplicados, triplicados,  jamais deixando a novela, andar em caminhos previsíveis.

Onde o telespectador, assista a novela,  seja telespectador e, não adivinhador. Afinal, toda  história é história, mas, a forma de contar nunca será igual. O que diferencia é isso.

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