quinta-feira, março 19
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Balanço da Vigilância Epidemiológica aponta que Piracicaba registrou em 2014 uma redução de 66,6% no número de casos de dengue em relação ao ano anterior. Segundo o levantamento, foram confirmados 930 casos da doença no ano passado ante os 2.790 casos registrados em 2013. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Pedro Mello, o número é positivo, mas tanto o município quanto a população devem se manter alertas.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

“Houve uma redução significativa no número de casos confirmados, mas não podemos baixar a guarda. A dengue mata e além dela circula atualmente no país também o vírus que causa a febre Chikungunya, que é transmitido pelo mesmo mosquito. Há estudos para a produção de vacinas contra a dengue, mas tudo ainda é muito incipiente e depende de testes. A melhor forma de prevenção à doença é reduzir ao máximo ou eliminar o mosquito transmissor, mas isso só é possível eliminando os criadouros, ou seja, tudo aquilo que possa acumular água”, destaca Pedro Mello.

O combate à dengue foi intensificado em Piracicaba a partir de 2013 com a antecipação do calendário de arrastões em mais de 70 dias e ampliação no número de eventos, o que foi reforçado ainda mais em 2014 – aumento de 52,5% em relação a 2013. Os arrastões tiveram início em 19 de julho de 2014 e seguem até o final de março. Em 2013 foram realizados – entre 17 de agosto e janeiro de 2014 – 40 arrastões, sendo 18 aos sábados e outros 22 coordenados pelas equipes do PSF (Programa Saúde da Família). Para 2014/15 serão 61 eventos – 35 pelos PSFs e 26 aos sábados.

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Outras ações importantes foram a adoção do teste rápido de dengue, que permite agilizar o diagnóstico e o bloqueio em áreas mais críticas e a intensificação do trabalho casa a casa nas áreas mais críticas, que apresentaram maior índice de infestação do mosquito no levantamento de densidade larvária (LIRAa) realizado em outubro.

“O ciclo evolutivo do mosquito no Verão é muito rápido. Entre a eclosão do ovo e o mosquito voando pronto para picar as pessoas leva-se sete dias nesta época. Por isso recomendamos a remoção de qualquer coisa que possa acumular água nas casas das pessoas”, afirma o secretário, que lembra ainda que os grandes vilões em Piracicaba são pneus, pratos de planta, embalagens recicláveis e caixas d´água. “Temos uma cultura entre nossa população de acúmulo de materiais e isso é muito nocivo e um ‘prato cheio’ para o mosquito. O correto é eliminar os pratos das plantas, mas quando não for possível deve-se furá-los e mantê-los sempre limpos, para que os furos não fiquem obstruídos e permitam o acúmulo de água. Não tem conversa, eliminar criadouros é a melhor solução”.

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Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Estudou jornalismo na UNIMEP e assessoria de imprensa no SENAC. Fez estágio na Câmara de Vereadores e teve passagens por duas rádios de Piracicaba.

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