
O corpo de Juliano Arrabal, marido da aeromoça Micheli Nogueira, acusado de matar ela, jogar seu corpo em uma mala na represa de Atibainha e se suicidar em seguida, deverá ser exumado. Isso deverá ocorrer após o pedido do delegado seccional de Bragança Paulista, José Henrique Ventura, responsável pela investigação que quer comparar dados genéticos dele com o sangue encontrado na casa do casal pelos peritos da Polícia Civil.

O crime ocorreu no último dia 9. O casal vivia juntos há 10 anos e a aeromoça já havia registrado diversas queixas contra o companheiro. A família desconhecia os casos.
Com a comparação, a polícia deverá apontar ou descartar a hipótese de uma terceira pessoa no local do crime e ajudar a descobrir o passo a passo de como tudo aconteceu.
O pedido foi entregue essa semana à Justiça que ainda não deu um parecer para o mesmo. O prazo final para a entrega do inquérito seria no dia 8 de Abril, mas o delegado pretende pedir mais tempo para investigar o caso.
Ainda segundo a polícia, a mulher teria sido morta pelo marido ainda na casa do casal em Sumaré – SP, com pancadas na cabeça. No local foi apreendida uma faca que Arrabal teria tentado suicídio.
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