segunda-feira, março 9
Foto: Reprodução
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A Caterpillar (CAT) é uma das empresas que quer tirar vantagem do dólar em alta e mudou sua estratégia. Agora, a multinacional que focava nas vendas internas, está buscando compradores de outros países como Rússia, Canadá e México. Com isso, a planta piracicabana localizada no Unileste receberá até o ano que vem R$ 58 milhões em investimentos para modernização e ampliação.

A boa notícia foi dada aos jornalistas na última terça-feira (01) quando a empresa aproveitou para anunciar que conseguiu o aval do Governo Federal e entrou no PPE (Programa de Proteção ao Emprego) onde os seus funcionários tiveram suas jornadas de trabalho reduzidas e parte do salário pago por um fundo público.

A Caterpillar diz que já vem tendo bons retornos com as conversas com os compradores internacionais e que pretende fechar bons acordos. Um dos motivos é a qualidade da produção e dos produtos que a fábrica piracicabana consegue fazer. Algumas unidades produzidas em Piracicaba se encaixam no padrão de emissão de poluentes do Japão, Canadá e Estados Unidos, o que é uma grande vantagem em relação à todas as suas concorrentes mundiais. Esse quesito ajuda a empresa a ganhar mercado externo.

Já está em construção, segundo a CAT, um prédio de pouco mais de oito mil metros quadrados. Com investimento de R$ 10 milhões, ele dará suporte a área de logística e infraestrutura e tem como objetivo provocar futuras economias com alugueis de tendas. A obras serão entregues no final do próximo semestre.

Há ainda a reforma da cabine de pintura da unidade que já tem 40 anos de funcionamento. A multinacional estima investir R$ 23 milhões e a conclusão dos trabalhos será em novembro.

Há ainda mais R$ 25 milhões que serão investidos no lançamento de mais 34 produtos e atualização dos atuais.

Com a adesão ao PPE, a empresa se comprometeu a não demitir mais nenhum funcionário até 2016. Hoje a Caterpillar conta com aproximadamente 4 mil trabalhadores diretos e indiretos. Caso o governo Dilma não tivesse criado o programa, a empresa teria que demitir 750 funcionários. Mesma quantidade dispensada em 2014.

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Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Estudou jornalismo na UNIMEP e assessoria de imprensa no SENAC. Fez estágio na Câmara de Vereadores e teve passagens por duas rádios de Piracicaba.

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