
Barjas Negri teve indisponibilizado bens pessoais pelo Tribunal de Justiça que condenou ele e a empresa Transpolix Transportes Especiais Ltda. ao ressarcimento de R$ 60,4 milhões aos cofres públicos por suposta prática de improbidade administrativa. O ex-prefeito vai recorrer da decisão.
O processo partiu de uma denúncia do Ministério Público que viu irregularidades em aditamentos do contrato da prefeitura com a empresa, na época responsável pela coleta de lixo na cidade.
O primeiro contrato da Transpolix foi em 2001 no governo Machado (PT). Quando assumiu, o ex-prefeito auditou o contrato três vezes sem justificativa dispensando a chamada de uma nova licitação. O contrato totalizou R$ 30,2 milhões, montante que deve ser devolvido.
A multa de R$ 60,4 milhões deverá ser paga tanto por Barjas como pela empresa. Enquanto isso, o ex-prefeito não pode mexer em seu patrimônio.
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A DEFESA – Em sua rede social, o advogado do ex-prefeito Milton Sérgio Bissoli disse que Barjas assinou os aditamentos com base na Lei das Licitações para não deixar a cidade sem coleta de lixo. Ele disse também que vai recorrer da decisão e que Barjas não cometeu improbidade administrativa ou lesou o Poder Público.
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