De acordo com o Ministério da Saúde (MS), Piracicaba é uma das 388 cidades do Estado de São Paulo em situação satisfatória no que concerne ao monitoramento dos casos de dengue, zika e chikungunya. As informações fazem parte do Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2018, divulgado nesta quarta-feira (12).

De acordo com o MS, um dos motivos pelo qual Piracicaba não se encontra em zona de risco se dá pelas campanhas de conscientização feitas ao longo do ano pelas equipes do Plano Municipal de Combate ao Aedes (PMCA), da Secretaria de Saúde, bem como a retirada de inservíveis e criadouros.
“[Também] contamos com uma infraestrutura urbana de saneamento básico de qualidade, que evita, além da proliferação de dengue, todas as demais doenças que estejam relacionadas ao tratamento de água e esgoto”, comenta Sebastião Amaral Campos, coordenador do Plano Municipal de Combate ao Aedes (PMCA).
O Ministério da Saúde (MS) diz que cerca de 250 cidades se encontram em situação de alerta ou risco de surto dessas doenças. Ao contrário disso, apenas dez casos de dengue foram registrados em Piracicaba de janeiro a novembro deste ano.
“Em casa temos tudo o que o mosquito precisa para se desenvolver: água parada, lugar escuro e alimento farto, que é o sangue humano. Por isso, o foco principal a ser atacado são os pratos de vasos, onde acumula água, os ovos depositados eclodem e desenvolvem as lavas. Esse ciclo é acelerado no verão, período de chuva e temperaturas elevadas, o que potencializa o risco de epidemias. Por isso, a sociedade deve estar comprometida e entrar com força nessa campanha. É fundamental a participação de todos para que possamos ter um verão seguro e com saúde”, finalizou o coordenador do PMCA.
Dados nacionais
Em todo o país, 5.358 municípios — 96,2% da totalidade de cidades — realizaram algum tipo de monitoramento do Aedes aegypti, sendo 5.013 por levantamento de infestação (LIRAa/LIA) e 345 por armadilha. A metodologia armadilha é utilizada quando a infestação do mosquito é muito baixa ou inexistente.
O Ministério da Saúde recomenda aos municípios que realizem ao menos quatro vezes ao ano o LIRAa. Em janeiro de 2017, a pasta publicou Resolução nº 12 que torna obrigatório o levantamento entomológico de infestação por Aedes aegypti pelos municípios e o envio da informação para as Secretarias Estaduais de Saúde e destas, para o Ministério da Saúde. A realização do levantamento está atrelada ao recebimento da segunda parcela do Piso Variável de Vigilância em Saúde, recurso extra que é utilizado exclusivamente para ações de combate ao mosquito. Até então, o levantamento era feito a partir da adesão voluntária de municípios.
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