sábado, março 7

A partir deste mês, as piracicabanas que buscam uma opção de transporte compartilhado, de mulheres para mulheres, de forma segura, e as que procuram uma ferramenta de trabalho que ofereça independência, flexibilidade e bom retorno financeiro, já podem contar com um novo serviço de transporte.

Foto: Tempo D Comunicação

O aplicativo “Bora Elas” chega à cidade nesta sexta-feira (28), com o intuito de oferecer mais segurança no transporte compartilhado e promover a independência financeira das mulheres que trabalham como motoristas.

Para utilizar o aplicativo, basta fazer o download pelo smartphone, das plataformas Android ou IOS, e criar uma conta. Depois do cadastro, o funcionamento é semelhante aos demais aplicativos. A cliente, então, já pode pedir uma motorista ou agendar uma corrida. A cobrança é feita por cartão de crédito, débito ou dinheiro, sempre com a estimativa de preço informada pelo aplicativo.

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O aplicativo está sendo trazido para Piracicaba pelos sócios Paulo Rodrigues e Alexandre Rodrigues. De acordo com Paulo Rodrigues, foram desenvolvidas novas funcionalidades no aplicativo para levar mais segurança às mulheres. “Além do serviço de rota compartilhada o aplicativo possui o botão SOS, que estará disponível desde o lançamento da plataforma”, afirma.

Geração de renda

Paulo explica ainda que o aplicativo também oferece uma boa oportunidade de geração de renda, com horário flexível, para mulheres de 20 a 65 anos, que gostam de dirigir.

As regras para ser uma motorista “Bora Elas” são: ter EAR na carteira de motorista, carro com ano acima de 2008, ar-condicionado, quatro portas e estar em bom estado. “Depois da aprovação dos documentos, é obrigatória a participação do treinamento da empresa”, afirma Paulo.

Outros lugares

Em grandes capitais como São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Manaus e etc. Alguns aplicativos de transporte só para mulheres já têm grande aceitação.

O motivo do sucesso é o mesmo em todos os lugares: os recorrentes relatos de assédio e outros tipos de violência contra a mulher nesse mercado, tanto com as clientes quanto com as motoristas. A meta é estar, em um prazo de até seis meses, em pelo menos quatro estados trabalhando com o serviço. 

Foto: Tempo D Comunicação
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Jornalista formada pela Universidade Metodista de Piracicaba. Trabalhou em campanhas políticas e estagiou na Câmara de Vereadores de Piracicaba. Integra a equipe do Jornal PIRANOT desde 2018.

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