Em vistoria realizada nos cemitérios na última semana, o Programa Municipal de Combate ao Aedes (PMCA) encontrou, nos cemitérios municipais, cerca de 65 vasos de flores com plásticos ou sem furos no fundo. A ação teve por objetivo fiscalizar a existência de objetos que fossem possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, além de preparar o espaço para o Dia de Finados.

De acordo com o PMCA, cerca de 15 vasos com plásticos ou sem furos no fundo foram verificados no Cemitério da Vila Rezende e cerca de 50 no Cemitério da Saudade. No Cemitério Parque da Ressurreição não foram encontrados vasos nessa situação.
O coordenador do PMCA, Sebastião Amaral Campos, o Tom, avalia que, de forma geral, pode-se considerar que a situação dos cemitérios está sob controle com relação a possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti.
“Os possíveis criadouros que verificamos a possibilidade de retirar, nós fizemos a retirada. Já aqueles que não foi possível retirar, colocamos larvicida para evitar a proliferação do mosquito”, informa Campos. “Para amanhã, orientamos que a população não leve vasos que são acobertados por plásticos e é importante que os vasos e pratos apresentam furos no fundo”, complementa.
Campos lembra ainda que a Lei Complementar 414/2020, no artigo 86, proíbe a colocação de vasos, floreiras e outros recipientes destinados à colocação de flores, bem como buquês que estejam acondicionados em sacos plásticos ou outro material que impeça o escoamento de água, nos cemitérios existentes no município.
