sexta-feira, março 20
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A saída de Regina Volpato do SBT, anunciada após seu pedido de demissão em meio ao contrato vinculado à maionese Hellmann’s, marca um momento de reflexão para emissoras como SBT e Record, que enfrentam crises internas e ajustes na grade de programação. A apresentadora, que é rosto de um reality show culinário nas redes sociais da marca, trouxe à tona a necessidade de mudanças estratégicas para revitalizar a TV aberta.

Regina Volpato foi uma das apostas do SBT para o “Chega Mais”, programa que prometia inovação, mas se perdeu em sua execução, enfrentando problemas estruturais e decisões controversas, como a redução do protagonismo de Volpato e de outros colegas apresentadores, em favor de assistentes de palco – realizando merchandising para marcas do próprio Grupo Silvio Santos, o que derrubou o faturamento dos apresentadores, principalmente de Regina.

A falta de protagonismo de Volpato não agradou o público, que desejava vê-la no comando pleno do programa, como em sua bem-sucedida passagem pelo “Mulheres” da TV Gazeta, onde pediu demissão ao ser sugerida uma redução salarial de 20%, há um ano e pouco.

No caso do descontentamento de Volpato, ele foi decisivo quando o SBT instalou de painéis de audiência nos corredores da emissora, expondo equipes e apresentadores ao constrangimento de dados que evidenciavam o baixo desempenho de algumas atrações. Ela pediu demissão em seguida, mas aceitou ficar até o final do contrato com a maionese Helmann’s, se despedindo vestindo um vestido inteiramente azul, da cor da marca patrocinadora dela e da atração.

Um alerta para a TV aberta

Enquanto Regina transita com sucesso em projetos paralelos, como seu trabalho com a Netflix, onde entrevista estrelas em produções de grande porte, sua trajetória acende um alerta para as emissoras. A Record e o SBT, que já enfrentam dificuldades, o caso de Volpato evidencia que marcas e público valorizam um conteúdo que alia qualidade e relevância, além de uma gestão que respeite os profissionais envolvidos. A saída de um nome associado a patrocinadores de peso, como Hellmann’s, é um reflexo direto de práticas desatualizadas que afastam talentos e oportunidades de receita.

Foto: Reprodução

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Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Estudou jornalismo na UNIMEP e assessoria de imprensa no SENAC. Fez estágio na Câmara de Vereadores e teve passagens por duas rádios de Piracicaba.

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