O relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), divulgado nesta semana, apontou falhas que levaram à queda do avião da família Silveira Mello, que matou sete pessoas em Piracicaba (SP) no ano de 2021.
De acordo com o órgão, a aeronave operava com 623 quilos acima do peso permitido, o que comprometeu a sustentação, mas que poderia ter sido corrigido.
Um dos fatores primordiais da queda apontados pelo Cenipa foi o fato de a hélice esquerda girar mais rápido que a direita, criando um desequilíbrio que pode ter agravado a situação e feito com que o avião perdesse sustentação, entrando no que os especialistas chamam de “estol”.
O acidente
No dia 14 de setembro de 2021, a aeronave King Air B200 decolou às 9h do aeroporto de Piracicaba em direção a uma fazenda no estado do Pará (PA), porém caiu 15 segundos após a decolagem em uma área verde próxima à Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec), matando todos os seus ocupantes.
Morreram no acidente Celso Silveira Mello, 73 anos, sua esposa Maria Luiza e os filhos Celso Meneghel, Camila Meneghel e Fernando Silveira Mello, além do piloto Celso Carloni e do co-piloto Giovani Gullo.
Celso Silveira Mello era acionista e irmão do presidente do Conselho de Administração da Raízen/Cosan, Rubens Ometto Silveira Mello.
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