sexta-feira, março 20
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O Oscar 2025 já se tornou um dos eventos mais lucrativos da Globo nos últimos anos. Mesmo exibindo apenas “retalhos” da cerimônia, a emissora conseguiu vender cotas de patrocínio milionárias, garantindo um faturamento impressionante de R$ 283 mil por minuto e cerca de R$ 17 milhões por hora de transmissão.

No entanto, a decisão sobre estender ou não a cobertura dependerá exclusivamente do resultado de Fernanda Torres.

📡 Se a atriz vencer, a Globo pode seguir com um plantão especial, mantendo a programação focada no Oscar e explorando o impacto histórico da vitória.
📡 Se Fernanda perder, o evento será encerrado sem prolongamentos, com a emissora voltando à grade normal após 22h30.

Oscar vira máquina de dinheiro – mas apenas se o Brasil vencer

A decisão da Globo de investir no Oscar foi diretamente influenciada pelo favoritismo de Fernanda Torres em Melhor Atriz. A premiação, que nos últimos anos não tinha nem transmissão garantida no Brasil, ressurgiu com força, despertando o interesse de patrocinadores e do público.

📌 A audiência esperada pode bater recordes, impulsionada pela torcida brasileira.
📌 A venda de anúncios para os intervalos comerciais superou as expectativas, tornando a transmissão altamente rentável.
📌 O engajamento do público nas redes sociais da Globo e da própria Academia aumentou exponencialmente, reforçando o impacto da participação brasileira.

Mas tudo isso pode desmoronar caso Fernanda não leve a estatueta. A expectativa é de que, sem a vitória da brasileira, a audiência caia bruscamente e a cobertura seja encerrada rapidamente.

A decisão da Academia pode definir o futuro do Oscar no Brasil

O cenário é claro: se Fernanda Torres ganhar, o Brasil celebrará como se fosse um título mundial, e a Globo aproveitará a onda para estender a cobertura. Caso contrário, o Oscar pode voltar a perder relevância no país, encerrando-se sem grande impacto.

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Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Estudou jornalismo na UNIMEP e assessoria de imprensa no SENAC. Fez estágio na Câmara de Vereadores e teve passagens por duas rádios de Piracicaba.

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