quarta-feira, março 11

Após passar a noite preso, o médico acusado de importunação sexual durante atendimento na UPA do Piracicamirim, em Piracicaba, deixou o Plantão Policial da Rua Vergueiro, na tarde desta quarta-feira (21), em liberdade provisória, após pagar fiança de R$ 22,7 mil, equivalente a 15 salários mínimos. O valor foi definido durante a audiência de custódia que ocorreu no início da tarde.

A cena da saída foi carregada de simbolismo. Diferente da chegada na noite anterior — quando estava algemado, sem qualquer acessório para esconder o rosto, e ainda assim, cumprimentou a imprensa presente —, o médico reapareceu nesta quarta-feira já sem algemas, usando um boné, mas sem se esconder e optando por sair pela porta da frente da delegacia. A saída lateral seria mais fácil.

Ao atravessar a escadaria do Plantão Policial, foi imediatamente recebido pela filha, que aguardava ansiosa. Eles se abraçaram fortemente, e ele a beijou na testa. Na sequência, ela o conduziu até uma SUV preta, parada na rua, onde ele entrou primeiro. O advogado, que o acompanhava, fechou a porta do carro após a filha também entrar.

Durante todo o trajeto até o carro, o médico não esboçou qualquer tentativa de se esconder do olhar da imprensa, que cercava o local. Quando questionado se gostaria de dar alguma declaração, limitou-se a acenar com a cabeça, indicando que não, já que o processo corre em segredo de Justiça, por envolver uma menor de idade.

O advogado, ao ser procurado, também reafirmou que não pode se manifestar no momento, respeitando a determinação legal.

O caso

A prisão ocorreu na noite de terça-feira (20), após denúncia do pai de uma paciente, que acusou o médico de, durante uma consulta, ter usado o estetoscópio por baixo da blusa da filha, na região dos seios. A Guarda Civil, que estava na unidade, foi acionada e efetuou a prisão em flagrante. Ele foi conduzido até o Plantão Policial da Rua Vergueiro, onde passou a noite detido até a audiência de custódia.

A Prefeitura de Piracicaba informou que abriu uma sindicância administrativa, e o médico está afastado de suas funções públicas enquanto o caso é apurado.

O processo segue na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Piracicaba, que investiga o caso.

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Redação - PIRANOT

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