sexta-feira, março 20
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Um momento inusitado no ar chamou atenção do público neste sábado (14) e viralizou nas redes sociais: uma plantonista da rádio CBN, emissora do Sistema Globo de Rádio, travou uma verdadeira “batalha” com o microfone durante uma transmissão ao vivo. A confusão durou exatos 46 segundos até a emissora acionar a chamada “tela de pânico” — uma imagem institucional padrão usada quando ocorrem problemas técnicos. A jornalista só conseguiu retomar a transmissão cinco segundos após o corte para a tela de pânico. O vídeo viralizou nesta terça-feira (17), no Instagram.

A protagonista da cena foi a jornalista Marcela Lorenzetto, que se manifestou por meio do perfil “Virou Jornalista”, no Instagram. “Agir naturalmente durante um problema técnico é parte da rotina de quem trabalha com jornalismo ao vivo. Acontece”, disse a profissional, que recebeu apoio de colegas de profissão e seguidores. Houve críticas à estrutura usada pelo Sistema Globo de Rádio, como o dos suportes para microfone, sendo popular de baixa qualidade.

O incidente, embora breve, foi suficiente para gerar comentários nas redes sociais. Alguns usuários trataram o episódio com bom humor, comparando a “luta” com situações cotidianas.

Sistema Globo de Rádio e sua estrutura nacional

A CBN é parte do robusto Sistema Globo de Rádio, que opera atualmente com 50 emissoras em todo o Brasil. Criado a partir da inauguração da Rádio Globo em 1944, o grupo reúne marcas como Rádio Globo (antiga Globo AM), CBN, Multishow FM, BH FM, Rádio GNT, Rádio Mundial, Rádio Excelsior, e conta com parcerias de peso, como o Sistema Gaúcha de Radiodifusão, responsável pela Rádio Gaúcha FM.

A abrangência nacional do sistema garante audiência expressiva e influência no noticiário ao vivo, onde plantonistas, como Marcela, atuam diretamente na redação e narração de boletins, além de atualizações sobre trânsito, tempo, política e acontecimentos em tempo real.

O improviso como rotina e o peso da imagem

O episódio traz à tona o desafio da improvisação no jornalismo ao vivo. Embora o rádio seja um meio tradicionalmente auditivo, transmissões simultâneas em vídeo — como as realizadas pelo YouTube e portais de notícias — transformaram o microfone em um novo personagem do jornalismo visual. Com isso, o improviso técnico ganhou uma nova dimensão: a imagem do jornalista em apuros agora também viraliza.

Especialistas em comunicação destacam que a humanização de momentos como esse pode ser benéfica. Recentemente, o “Jornal da Record” e “SBT Brasil” tiveram falhas em seus telepronters e os âncoras dos telejornais conseguiram improvisar ao vivo, sem pegar, de maneira “forte” nos equipamentos, mantendo o controle emocional e condizindo a apresentação.

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Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Estudou jornalismo na UNIMEP e assessoria de imprensa no SENAC. Fez estágio na Câmara de Vereadores e teve passagens por duas rádios de Piracicaba.

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