A Unimed Piracicaba demonstrou espanto e curiosidade ao ser informada nesta semana pelo PIRANOT sobre a movimentação em seu antigo prédio, no São Dimas, bairro extremamente nobre, com um dos maiores IPTU da metrópole piracicabana. Questionando se sabíamos quem assumiria a unidade, cujos vizinhos acreditavam em uma reforma, foi-nos informado que o imóvel foi devolvido para a família Gimenez há 13 anos. Na ocasião, era esperado que algum plano de saúde finalmente assumisse o hospital.
Já na manhã de ontem (08), o PIRANOT informou a Unimed, antes de dar plantão, sobre a demolição de seu prédio histórico. Isso ocorreu pouco antes do meio-dia, quando a assessoria demonstrou espanto e tristeza, de forma informal. A Unimed optou por ignorar a demolição do local que foi seu auge e o de maior nível, não só em sua qualidade, quanto em “saudade” por parte de seus clientes. Transferida para uma unidade própria e “gigante” no Morumbi, devolveu, como todos os “mortais”, ao dono, o que alugou.
Sobre isso, em contato com leitores, o PIRANOT apurou que a família Gimenez começou o processo de demolição ainda em 2023, quando procurou pessoas para ajudar na doação de equipamentos deixados por seu último inquilino, a Unimed.
Políticos e imprensa sempre souberam
Que havia “coisas” dentro do prédio, era sabido, principalmente pelo setor político de Piracicaba. A qualidade deles e o que eram nunca foram falados e o temor de não serem “compatíveis” para novos alvarás era grande. Só era sabido que havia coisas dentro do prédio e sempre houve estranheza que nenhuma empresa de saúde particular quisesse assumir o prédio e a estrutura. Entre as alegações, nunca oficiais, mas ‘boatos’, era que precisava de modernização – para emissão de alvarás -, o que geraria uma reconstrução, sendo mais fácil a construção de um novo. O prédio é da década de 40 e a renovação de alvará é uma coisa. Um novo alvará… é outra.
Mas, e para outros setores? Para outros setores, “não fazia sentido”, pois uma demolição era mais viável. Era um hospital antigo que não era novo e nem tinha “lógica”, “sentido”… com salas comerciais, afinal, até um necrotério o local tinha. Ou tem, nos escombros? Sei lá.
Procurada, a Unimed não comentou publicamente o fim do seu começo. Não há registros públicos e privados. O PIRANOT pediu ajuda para um órgão de registro histórico mantido pela Prefeitura de Piracicaba, mas a mesma não respondeu se tinha algum registro sobre o local. Na internet, nada foi encontrado. Leitores do PIRANOT nas últimas horas começaram a falar nos comentários sobre “apagar” a “história”. Muitos tentaram pesquisar o passado e, como nós, nada encontraram.
A Unimed curtiu a postagem que relata os hospitais que operaram desde a década de 40 no local, mas ignorou o plantão da demolição. O PIRANOT subiu em seu servidor e foi indexado no Google, Google News e Google Search, uma imagem, a única, hoje, disponível, sobre o hospital.
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